Ele passou a proferir diversos xingamentos e ameaças contra a guarnição da PM, chamando os policiais de "corruptos" e afirmando que iria acionar a Corregedoria
Foto: Rondoniaovivo
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Um grave acidente de trânsito na madrugada deste domingo (5), por volta das 2h foi registrado no cruzamento da Avenida Calama com a Rua João Goulart, em Porto Velho (RO).
A colisão envolveu um carro Chevrolet Onix e uma motocicleta Honda CG 160 Fan, resultando em um condutor ferido, preso por embriaguez ao volante e desacato.
De acordo com o registro, um motoboy de 34 anos conduzia a motocicleta pela Rua João Goulart, no sentido à Avenida Abunã, quando no cruzamento com a Avenida Calama, colidiu com o Onix, que era conduzido por uma mulher de 69 anos e trafegava no sentido bairro/centro.
Com o forte impacto, ambos os veículos sofreram danos materiais. O motociclista levou a pior, sofrendo uma fratura no pé esquerdo e diversas escoriações pelo corpo.
Ele foi socorrido por uma ambulância do SAMU e encaminhado às pressas para o hospital João Paulo II.
A motorista do carro permaneceu no local e realizou o teste do bafômetro, que deu resultado negativo para o consumo de álcool.
O veículo dela foi liberado ainda no cruzamento. A Perícia Técnica não compareceu ao local porque, segundo informações, não havia equipe disponível na capital no momento do sinistro.
Posteriormente, os policiais do Batalhão de Trânsito foram até o hospital para colher o depoimento do motoboy e realizar o procedimento de praxe. Ao passar pelo teste do etilômetro, o aparelho aferiu o índice de 0,53 mg/L de álcool por litro de ar alveolar, confirmando o estado de embriaguez.
Além disso, foi constatado que o homem não possuía habilitação de categoria compatível para conduzir a moto.
Ao receber a voz de prisão ainda no ambiente hospitalar, o motociclista ficou extremamente alterado. Ele passou a proferir diversos xingamentos e ameaças contra a guarnição da PM, chamando os policiais de "corruptos" e afirmando que iria acionar a Corregedoria da corporação para prejudicá-los.
Devido à gravidade da fratura, o homem precisou ser internado para passar por um procedimento cirúrgico de emergência. Por conta do quadro de saúde, ele não pôde ser conduzido imediatamente à Central de Polícia.
Diante da situação, a Polícia Civil emitiu um ofício de escolta formal. O mandado e a custódia do preso foram repassados para a equipe da Polícia Penal de plantão no hospital João Paulo II, onde o acusado permanece internado sob escolta e à disposição da Justiça.
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