- Os estudantes de Medicina da UNIR repudiam as informações infundadas noticiadas pelo jornalista Paulo Ayres. Tentando esconder a verdade dos fatos, o mesmo ataca os estudantes, e em seu texto acusa os acadêmicos do curso de praticar “calúnia, difamação, constrangimentos, ameaças, agressões e assédio moral” contra quatro indivíduos matriculados no curso por ordem judicial. Desafiamos Paulo Ayres a provar tais acusações absurdas!
- Os adjetivos utilizados pelo jornalista não nos espanta, e ao reproduzi-los demonstra claramente que sua matéria tem como único objetivo criminalizar os estudantes de Medicina da UNIR diante a sociedade civil;
- É nítido e transparente que a notícia caluniosa veiculada pelo jornalista cumpre um objetivo particular: atacar de forma covarde e impiedosa a Coordenação do Curso de Medicina da UNIR. Isso se constitui em uma tentativa sorrateira de fragilizar institucionalmente nossa Coordenação, que em conjunto com os estudantes do curso, vêm denunciando todo o “esquema” arquitetado pelo Reitor da UNIR, que culminou com a matrícula sub judice destes quatro alunos;
- Se de fato houvesse um mínimo de honestidade e verdade jornalística na matéria, o jornalista questionaria publicamente os reais motivos pelos quais o Reitor da UNIR montou uma Banca específica para analisar novamente as notas dos alunos candidatos Eros Olímpio Freitas, Nauara Naissa, Renan Dantas, Érico Gonçalves e Rafael Santos, depois que estes já haviam entrado com o recurso previsto no edital, e cuja análise da Banca Permanente da UFMT, responsável pelo Vestibular da UNIR, julgou improcedente, e manteve a nota inicial dos candidatos.
- O jornalista não questiona o Reitor acerca das circunstâncias que fizeram com que a portaria 099/2009 do Gabinete da Reitoria fosse anulada, portaria que deu origem à banca de “especialistas” da UNIR e que contrariou frontalmente as regras vigentes no edital do Vestibular 2009. A banca específica convocada pelo Reitor desconsiderou curiosamente o parecer da UFMT e aumentou as notas dos quatro candidatos, que adquiriram através de ação judicial sua matrícula no curso de Medicina da UNIR;
- Não se trata, portanto, de “crucificar” quatro jovens universitários, como supõe equivocadamente o pretenso jornalista. Trata-se de uma atitude justa e legítima que visa repudiar a presença ilegítima e imoral de tais estudantes, que adquiriram, temporariamente, a condição de estudantes do curso de Medicina da UNIR a partir de uma liminar na justiça, jogando por terra o princípio basilar de admissão em uma Universidade Pública - o mérito!
- Desta forma, reafirmamos publicamente que toda a responsabilidade pela situação institucional de tensão, vivenciada hoje no curso de Medicina da UNIR, deve-se única e exclusivamente à ação inconseqüente, abusiva e irregular praticada pelo Reitor da Universidade Federal de Rondônia, Prof. Dr. José Januário de Oliveira do Amaral, que ao desrespeitar as regras do Edital do Vestibular 2009 da UNIR, criou uma situação anormal que culminou em “matricular” quatro candidatos que foram reprovados no Vestibular para o curso de Medicina da UNIR, uma vez que não alcançaram notas suficientes para seu ingresso.