A pesquisa indicou que, embora a divisão de contas meio a meio (50/50) pareça o modelo mais óbvio e equilibrado à primeira vista, ela é a que mais gera atrito a longo prazo, especialmente quando há disparidade de salários entre os cônjuges.
Quando o casal adota a divisão rigorosamente igualitária mas um ganha consideravelmente menos que o outro, o parceiro com menor renda fica sem margem financeira para gastos pessoais, lazer ou investimentos. Isso gera um desequilíbrio de poder e de qualidade de vida dentro da mesma casa.
Frequência de brigas: 74% dos casais que dividem as despesas igualmente relatam discutir por causa de dinheiro pelo menos três vezes por semana.
Estresse crônico: 82% das pessoas nesses relacionamentos afirmam viver em estresse constante devido às limitações financeiras geradas por esse formato.
Desgaste feminino: 63% das mulheres declaram sofrer um desgaste emocional muito maior quando precisam arcar com exatamente metade (ou mais) das despesas do casal, muitas vezes porque isso consome uma fatia desproporcional de sua renda.
Impacto na autoestima masculina: Por outro lado, 86% dos homens relataram que a incapacidade de contribuir com uma parcela maior (ou de prover mais confortos) afeta diretamente sua autoestima e, consequentemente, a vida sexual do casal.