'SENTINELA MAIOR': Após fuga de policiais, operação transfere presos ao novo presídio da PM no AM

Ação coordenada pelo MPAM, PMAM e Seap desativa unidade marcada por problemas estruturais e reforça segurança no sistema de custódia militar no Amazonas

'SENTINELA MAIOR': Após fuga de policiais, operação transfere presos ao novo presídio da PM no AM

Foto: Reprodução

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A transferência de 70 custodiados militares para uma nova unidade prisional da Polícia Militar do Amazonas marcou, nesta terça-feira (12), o encerramento das atividades do antigo Núcleo Prisional da PMAM, localizado no bairro Monte das Oliveiras, Zona Norte de Manaus. A medida integra a Operação Sentinela Maior, conduzida pelo Ministério Público do Amazonas (MPAM), em parceria com a Polícia Militar e a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap).
 
A ação foi articulada pela 60ª Promotoria de Justiça Especializada no Controle Externo da Atividade Policial e Segurança Pública (PROCEAPSP) e é considerada uma das maiores iniciativas resolutivas já realizadas pelo órgão no sistema de custódia militar do estado.
 
A operação ocorre poucos meses após a fuga de 23 policiais militares registrada na antiga unidade prisional, episódio que acendeu o alerta das autoridades sobre as condições estruturais e operacionais do espaço. Após inspeções e avaliações técnicas, foram identificadas falhas que comprometeriam a segurança e o controle administrativo da unidade.
 
Com a transferência dos detentos, a nova Unidade Prisional da Polícia Militar do Amazonas (UPPM/AM) passa a concentrar a custódia dos presos militares em um ambiente considerado mais adequado para o monitoramento e funcionamento do sistema.
 
Segundo os órgãos envolvidos, a mudança busca fortalecer a segurança pública, ampliar o controle interno e garantir melhores condições de permanência para os custodiados. A expectativa é que a nova estrutura permita maior eficiência operacional e reduza riscos de novas ocorrências, como fugas e problemas disciplinares.
 
A Operação Sentinela Maior mobilizou equipes da Polícia Militar, agentes penitenciários da Seap e representantes do Ministério Público, em uma ação integrada para garantir a transferência dos presos sem intercorrências.
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