Uma das propostas da candidata a prefeita Mariana Carvalho para garantir a geração de emprego e renda no período pós – usinas, é o fortalecimento do intercâmbio com Jinan, na China, que é cidade irmã de Porto Velho.
Segundo a postulante ao cargo de chefe do Executivo municipal pela Coligação para uma Porto Velho Mais Humana (PSDB e PSD), o estreitamento dos laços entre as das duas cidades pode contribuir com uma ideia inovadora e sustentável para a capital de Rondônia.
“Jinan é hoje um importante pólo de fabricação de placas de energia solar”, informou a tucana, ressaltando que Porto Velho pode também fabricar essa tecnologia que tem previsão de ser muito eficaz devido a temperatura portovelhense. “Para viabilizar nossas propostas contamos com uma equipe técnica altamete qualificada”, declarou Mariana Carvalho, reafirmando está preparada para administrar o municipio.
Um metro quadrado de coletor solar produz por ano energia equivalente a 215 quilos de lenha, 66 litros de óleo diesel, 55 quilos de gás ou 56 metros quadrados de área inundada de uma hidrelétrica. Basta que o sol incida sobre uma plaquinha para que tudo aconteça.
No aquecido mercado mundial dos coletores solares, o Brasil ocupa hoje a 6º posição. Os equipamentos instalados já ocupam uma área equivalente a 900 campos de futebol. São ao todo 2,5 milhões de coletores divididos assim: 72% aquecem a água nas residências, 17%, piscinas, 9% abastecem o comércio e 2%, a indústria.
Existem hoje no Brasil 200 fábricas empregando 30 mil pessoas, e de suas linhas de montagem saem 500 mil coletores solares por ano. Parte da produção é exportada para 10 países. A curiosidade é que nenhum desses dez países tem mais sol que o Brasil.