NOTA ASSFAPOM - Penúria, sofrimento e dor, são esses os sentimentos sofridos pela família do PM Zenon

“Penúria, sofrimento e dor, são esses os sentimentos sofridos pela família do PM Zenon da Polícia Militar de Rondônia.”

NOTA ASSFAPOM - Penúria, sofrimento e dor, são esses os sentimentos sofridos pela família do PM Zenon

Foto: Divulgação

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O policial que no último dia 27 de agosto, em um grave acidente de moto sofreu graves escoriações e apresentou quadro clínico de traumatismo craniano gravíssimo.
No dia do acidente, o Praça, aguardou várias horas para ser atendido no Pronto Socorro João Paulo II. Todo o procedimento de atendimento do policial foi acompanhado pelo presidente da ASSFAPOM, Jesuino Boabaid, e que de pronto colocou-se a disposição tanto como associado da ASTIR, quanto como entidade aos familiares da vitima.
Zenon necessitava realizar uma cirurgia de emergência, e após contato com representante da ASTIR, afirmou que logo após o procedimento cirúrgico seria transferido para o Hospital de Base da capital, pois o João Paulo II, sendo um pronto socorro, não poderia mantê-lo, pois este estaria exposto a risco de infecções hospitalares, devido a demanda de emergências do Hospital. De acordo com a família do policial, o representante da ASTIR (Associação Tiradentes da Policia e Bombeiro Militar de Rondônia), presidida pelo Senhor Aildo Cruz, apenas se responsabilizou em transferi-lo não deixando nenhum assistente social responsável pelo caso.
Nove dias após, Zenon adquire uma pneumonia decorrente de infecção hospitalar, agravando ainda mais o seu quadro. A família desesperada recorre à ASTIR e, sem êxito volta a entrar em contato com Jesuino, pois este representa a assessoria jurídica da entidade ASSFAPOM, a qual o policial é associado. Jesuino entrou em contato com representante da ASTIR e questionou o descaso com o associado, pois o mesmo estava quite com suas obrigações e não poderia estar passando pelos transtornos, logo em seguida a transferência para o Hospital das Clínicas foi realizada.
O descaso por parte daqueles que deveriam prestar assistência ao Policial, o qual é associado e mantém suas obrigações com a entidade há nove anos é tão absurda que a própria mãe do policial teve de ir até a FHEMERON (Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Estado de Rondônia) para buscar uma bolsa de sangue para seu filho, pois a assistência social que deveria proporcionar esse apoio não o fez.
“Essa falta de assistência assídua por parte da ASTIR é inaceitável, os PM’s associados, precisam buscar informações sobre a garantia de atendimento de saúde da associação, pois a fiscalização de gerência depende de cada titular, para que casos como este não venha mais a acontecer.” Finalizou Jesuino Boabaid.
 
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