Uma bebê de 8 meses, identificada pelas iniciais Maitê Sofia, está internada no Hospital Infantil Cosme e Damião, em Porto Velho, e enfrenta há meses a falta de um diagnóstico conclusivo.
Segundo relato enviado à reportagem com autorização da família, a criança não sustenta o corpo, não vira e não senta.
Por vomitar o que ingere, se alimenta há meses por sonda e agora foi submetida a um novo procedimento para alimentação por gastrostomia - pela barriga.
Ainda de acordo com o relato, apesar de vários atendimentos e de exames já realizados, a família nunca recebeu um laudo oficial.
Diante da ausência de geneticista na rede estadual, a mãe precisou pagar R$ 800 por uma consulta particular.
Na consulta, segundo a família, a orientação foi de apenas cuidados para evitar queda, sem indicação de cura ou tratamento específico.
Quem acompanha o caso questiona a conduta, já que a bebê não apresenta movimentos.
O relato aponta ainda que a criança já passou por UTI e que a possibilidade de Tratamento Fora do Domicílio (TFD) com especialistas em endocrinologia e gastroenterologia para investigar o baixo peso ainda não foi efetivada.
A reportagem teve acesso aos documentos e à autorização da mãe, e preserva a identidade da criança por se tratar de menor de idade, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
O espaço segue aberto para manifestação da Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia (Sesau) e da direção do Hospital Infantil Cosme e Damião.ião, em Porto Velho, e enfrenta há meses a falta de um diagnóstico conclusivo.
Segundo relato enviado à reportagem com autorização da família, a criança não sustenta o corpo, não vira e não senta.
Por vomitar o que ingere, se alimenta há meses por sonda e agora foi submetida a um novo procedimento para alimentação por gastrostomia pela barriga.
Ainda de acordo com o relato, apesar de vários atendimentos e de exames já realizados, a família nunca recebeu um laudo oficial. Diante da ausência de geneticista na rede estadual, a mãe precisou pagar R$ 800 por uma consulta particular.
Na consulta, segundo a família, a orientação foi de apenas cuidados para evitar queda, sem indicação de cura ou tratamento específico.
Quem acompanha o caso questiona a conduta, já que a bebê não apresenta movimentos.
O relato aponta ainda que a criança já passou por UTI e que a possibilidade de Tratamento Fora do Domicílio (TFD) com especialistas em endocrinologia e gastroenterologia para investigar o baixo peso ainda não foi efetivada.
A reportagem teve acesso aos documentos e à autorização da mãe, e preserva a identidade da criança por se tratar de menor de idade, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
O espaço segue aberto para manifestação da Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia (Sesau) e da direção do Hospital Infantil Cosme e Damião.