Os criminosos podem alegar situações de emergência ou urgência para pressionar a vítima a realizar transferências
Foto: Magnific
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Criminosos estão usando uma técnica conhecida como spoofing para manipular o identificador de chamadas e fazer ligações fraudulentas parecerem vir de pessoas, empresas ou instituições conhecidas.
O número exibido na tela pode até coincidir com um contato salvo no celular, fazendo aparecer nomes como “Mãezinha”, “Filho”, “Amor” ou o nome de uma empresa.
O golpe explora justamente a confiança gerada pelo identificador.
Ao ver um nome conhecido, a vítima pode acreditar que sabe quem está ligando, mas o número mostrado na tela não comprova a verdadeira origem da chamada.
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Durante a ligação, os criminosos podem alegar situações de emergência ou urgência para pressionar a vítima a realizar transferências, fornecer códigos de autenticação, senhas ou dados pessoais.
A principal recomendação é não tomar decisões financeiras ou fornecer informações apenas com base no número que aparece na tela. Se houver pedido de dinheiro, transferência, código, senha ou dados pessoais, a orientação é desligar e fazer a confirmação por outro meio.
No caso de familiares, a pessoa pode ligar de volta para um número que já conhece ou enviar uma mensagem por outro canal.
Para bancos, empresas e órgãos públicos, o ideal é procurar o contato oficial da instituição e fazer a verificação diretamente.
A regra é simples: o identificador de chamadas pode ser falsificado; a confirmação deve ser feita por um canal independente.
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