Os atuais senadores Marcos Rogério e Confúcio Moura abrem espaço para a eleição de dois novos senadores
Foto: Montagem/Rondoniaovivo
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Rondônia terá duas novas cadeiras no Senado a partir de 2027, independentemente do resultado eleitoral, porque nenhum dos atuais ocupantes das vagas em disputa buscará a reeleição. Confúcio Moura (MDB) desistiu de concorrer, enquanto Marcos Rogério (PL) disputa o Governo de Rondônia.
Dez candidatos apresentaram inicialmente pedidos de registro para as duas vagas que serão renovadas nas eleições de 2026. Os registros ainda dependem de julgamento da Justiça Eleitoral.
Entre os nomes apresentados estão Fernando Máximo (PL), Bruno Scheid (PL), Sílvia Cristina (PP), Mariana Carvalho (Republicanos), Acir Gurgacz (PDT), Luis Fernando (PSD), Thulio Santiago Castro (Missão), Luciana Oliveira (PT), Aires Mota (PV) e Neidinha Suruí (PSB).
A eleição poderá provocar uma mudança significativa na representação de Rondônia no Senado. O estado continuará com Jaime Bagattoli (PL), cujo mandato termina em 2031, enquanto as outras duas cadeiras serão preenchidas pelos candidatos mais votados.
Um dos cenários que chama atenção é a possibilidade de o PL conquistar as duas vagas em disputa. O partido já possui Jaime Bagattoli e lançou Fernando Máximo e Bruno Scheid para o Senado.
Se os dois candidatos forem eleitos, o PL passará a ocupar as três cadeiras de Rondônia no Senado Federal, ampliando significativamente a força da legenda na representação estadual.
Na eleição de 4 de outubro de 2026, cada eleitor de Rondônia poderá votar em dois candidatos ao Senado. Serão eleitos os dois mais votados, cada um para mandato de oito anos.
A renovação ocorre em meio a uma disputa considerada estratégica para os partidos, já que as duas vagas abertas permitirão a formação de uma nova bancada rondoniense para o período de 2027 a 2035.
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