COLUNA SEMANAL: Deputado diz que próximo governador terá problemas com finanças de RO

Trump mostra como pretende tratar a América do Sul; Centrão ficar fora da disputa presidencial e liberar bancada; CFM coloca RO no noticiário nacional; Professora Úrsula Maloney merece ser nome de escola em RO

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Foto: Divulgação

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Trump repete a desculpa

 

Tirem as crianças da sala e deixemos de inocência. O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, era um ditador e fez tudo o que foi possível para se manter no poder, inclusive fraudou eleições, prendeu opositores e mergulhou, ainda mais, o país em uma crise financeira, obrigando ao êxodo em massa de cidadãos venezuelanos. Roraima que o diga! Mas, apesar de tudo isso, Maduro era o presidente, reconhecido por muitas nações e um problema dos venezuelanos. Assim, país nenhum tinha ou tem o direito de invadir a Venezuela e sequestrar o chefe da nação. Esse país, que faz fronteira com o Brasil é independente desde julho de 1811, quando após muitas batalhas contra os colonizadores espanhóis, Simón Bolívar e Francisco de Miranda libertaram o país. Sendo assim, o que houve, no dia 3 de janeiro, foi uma invasão à soberania de outro país. Muitos dirão que foi uma ação de Donald Trump para dar liberdade aos venezuelanos contra a ação de um ditador ligado ao tráfico internacional de drogas. Houve celebração das comunidades venezuelanas espalhadas pelo mundo. Porém, esse mesmo argumento, o de liberdade para o povo, foi usado no Iraque, Líbia, Afeganistão e outras nações, mas o que se assistiu foi a pilhagem do petróleo e outros recursos naturais sem qualquer pudor, por parte dos ‘libertadores’. Passados anos após essas intervenções militares para a libertação, o que se vê são países arrasados, economias em frangalhos, instabilidade política, milícias atuando, moradores fugindo e a população em piores condições do que estava antes.

 

 

Porrete Tio Sam

 

Diante dessas realidades, o Brasil e toda a América Latina, chamada de ‘quintal’ e de ‘nosso hemisfério’ por parte das autoridades dos Estados Unidos, não tem nada a celebrar. O que precisamos, sim, é ficarmos alertas, pois o que ocorreu na Venezuela, é um presságio do que pode acontecer com qualquer país nessa região. Basta ousar a pensar diferente dos norte-americanos. Essa ideia de que as três Américas são propriedades dos Estados Unidos, nasceu com a Doutrina Monroe, de 1823, criada pelo presidente James Monroe, que tinha como objetivo impedir a influência colonial europeia no hemisfério ocidental, mas os presidentes modernos utilizaram-na para justificar a intervenção militar na América Latina. E Trump a usou para justificar a invasão venezuelana e disse ainda que o dinheiro do petróleo venezuelano será gerido pelos Estados Unidos e as empresas norte-americanas vão atuar no país. Ele jogou por terra o direito internacional e todos os acordos que garantiam o respeito à soberania das nações. O pior é sabermos que Organização dos Estados Americanos (OEA) e outros entidades podem reclamar, criticar, espernear contra Trump, mas nada, efetivamente, será feito para mudar a situação. Bem vindo ao novo mundo e a nova ordem mundial! O papa Leão XIV até se declarou contra, mas como disse um jornalista: “O papa pode até falar, mas o Vaticano não tem exército”. Alguém pode dizer que a China e Rússia vão se manifestar a favor da Venezuela. Gente, a China tem a questão de Taiwan e a os russos tem a Ucrânia. Ou seja, ao aceitarem o que fez os Estados Unidos, estão dizendo você fez isso, então nós também podemos fazer o mesmo. Enfim, 2026 nasceu mais para ano velho que ano novo! E voltamos à barbárie!

 

Gallo

 

Que Rondônia é um antro de admiradores do ex-presidente Jair Bolsonaro, até os candirus do rio Madeira sabem. Mas agora, a coisa ficou ainda mais rondoniense. Dessa vez o ministro do STF, Alexandre Moraes, apontou a caneta para o presidente do Conselho Federal Medicina. Na presidência da instituição está o médico rondoniense Hiram Galo que, por decisão de ministro, será ouvido pela Polícia Federal. O motivo se deve à sindicância aberta pelo CFM para averiguar supostas falhas no atendimento médico ao ex-presidente Jair Bolsonaro nas dependências da PF, onde se encontra preso. A sindicância foi anulada pelo STF. Assim, o rondoniense Hiram Galo coloca ele, o Conselho e Rondônia nos holofotes nacionais. Em defesa de Hiram Galo, se manifestou o Sindicato dos Médicos de Rondônia e outras entidades. A preocupação do presidente do CFM com Jair Bolsonaro é legítima, mas seria tão bom que esse cuidado se estendesse à todos os presídios brasileiros, onde muitos padecem sem qualquer assistência médica. Bolsonaro está na sede da PF, em Brasília, em um quarto com ar-condicionado, cama, banheiro e médicos para dar assistência. Podemos dizer que ele está em um local, melhor do que muitos hotéis baratos que encontramos nesse Brasil a fora. Vamos aguardar o resultado dessa conversa na PF.

 

PP – União Brasil

 

 

 

Conversa que está ganhando força nos bastidores da política nacional é que dois dos maiores partidos país, PP e União Brasil, podem ficar fora das eleições presidenciais que se aproximam. Caso isso ocorra, os filiados estarão liberados para apoiar quem quiserem para a presidência que, ao que tudo indica, terá o atual presidente da República, Lula, e Flávio Bolsonaro na disputa. Se esse cenário se configurar, o grande beneficiário é Lula, já que o PP e União Brasil estariam dispostos a apoiar Flávio Bolsonaro se ele aceitasse não se apresentar como um candidato da extrema-direita e representante do legado do pai. Como isso dificilmente ocorrerá, Lula poderá ter do PP e do União Brasil, tempo de TV, R$ 1 bilhão em fundos eleitoral e partidário, além de uma megaestrutura com governadores, prefeitos, deputados e vereadores. Esse cenário passou a ser debatido nos dois partidos, após, o ex-presidente Jair Bolsonaro, não apoiar o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas à presidência, como representante do Centrão, e colocar Flávio como representante dele à presidência da República.

 

Bomba-relógio

 

Já que o tema são as eleições, o deputado estadual Delegado Camargo, alertou que as contas estaduais para o ano de 2027, podem tornar a gestão de quem for eleito governador de Rondônia, nas eleições desse ano, um verdadeiro pandemônio. “Uma verdadeira bomba-relógio para Rondônia e que já está no tic-tac”, declarou. Ele explicou que a razão dessa caótica previsão é o empréstimo no valor de R$ 985.966.515,35 (novecentos e oitenta e cinco milhões novecentos e sessenta e seis mil quinhentos e quinze reais e trinta e cinco centavos). Segundo o deputado, o projeto de lei desse empréstimo consta que o objetivo é comtemplar uma solicitação da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin), visando atender à uma demanda do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER).  Os recursos seriam empregados em investimentos em infraestrutura da malha viária, retirando a aplicação em habitação, alinhados às metas do Plano Estratégico de Rondônia. “O próximo governador terá desafios enormes. Encontrará um cenário financeiro e fiscal de terra arrasada. Ficará não apenas sem margem, mas também com o crescimento da folha, em razão dos impactos orçamentários dos aumentos salariais. Além de uma dívida do empréstimo que sequer por quanto tempo sabemos. Eu avisei, expliquei… mas não me deram ouvidos! Já estamos no tic-tac”, lamentou.

 

Espaço Alternativo

 

A Coluna recebeu um apelo para ser feito aos responsáveis pelas obras no Espaço Alternativo, na capital, logo na entrada próximo à Faculdade Católica. Foram colocadas placas de metal, fazendo tipo um tapume, para proteger os trabalhos que estão sendo feitos. No entanto, para quem vem pela Jorge Teixeira, sentido centro aeroporto Jorge Teixeira e, faz o retorno para voltar ao centro, em frente à Policlínica Osvaldo Cruz, é quase impossível ver que vem do aeroporto para o centro. Os tapumes impedem totalmente a visão dos motoristas, que são obrigados a entrar em um bom pedaço da via para ver que vem em sentido contrário. Sendo assim, fica o apelo para que revejam isso, antes que um acidente ocorra.

 

Úrsula Maloney

 

Rondônia perdeu no último dia 1º de janeiro, a professora Úrsula Maloney. Ela foi uma das grandes educadoras em nosso Estado, sendo a responsável pela implantação de diversas escolas na capital e no interior, durante a transição de território para Estado. Atuou também em escolas privadas, como o antigo Colégio Dom Bosco. Um dos sonhos dela era que o nome dela fosse dado à uma escola. Fica o pedido para os prefeitos, principalmente o da capital Léo Moraes, e ao Governo do Estado. Com certeza, a professora Úrsula Maloney é merecedora desta homenagem pela contribuição dada na formação de gerações de rondonienses.    

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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