DESCASO - Sindicato aponta que donos de lotéricas se recusam a fazer acordo coletivo

DESCASO - Sindicato aponta que donos de lotéricas se recusam a fazer acordo coletivo

DESCASO - Sindicato aponta que donos de lotéricas se recusam a fazer acordo coletivo

Foto: Divulgação

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 Os profissionais que atuam dentro das casas lotéricas de Rondônia são alvo, mais uma vez, do descaso e autoritarismo exibido pelos seus patrões que, pelo segundo ano consecutivo, se recusam a participar de toda e qualquer reunião agendada pelo Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro do Estado de Rondônia (SEEB/RO) a fim de concluir o acordo coletivo que daria garantias para os trabalhadores das 47 lotéricas espalhadas pelo Estado.
 
Segundo a diretoria do SEEB, o acordo coletivo da categoria dos lotéricos está totalmente defasado e, a exemplo do que aconteceu em 2009, o sindicato patronal simplesmente ignora os requerimentos do SEEB para que o acordo coletivo seja negociado.
 
Entre as reivindicações principais da categoria estão 12% de reposição salarial (um reajuste que aumentaria o salário de R$ 530 para R$ 610) e 10% de gratificação para os trabalhadores que exercem a função de caixa nestas unidades.
 
A data-base da categoria é 1º de maio e, ultrapassados mais dois meses, os donos das lotéricas se mantêm irredutíveis no sentido de não fazer nenhum acordo que beneficie centenas de trabalhadores.
 
Um dos dirigentes do SEEB chega a classificar como ‘desumano’ o tratamento dispensado pelos patrões aos trabalhadores das lotéricas, que são obrigados a trabalhar o dia inteiro diante de um computador e, após o expediente, ainda tem que limpar o local onde atuam.
 
Vislumbrando não encontrar uma saída mais ‘amigável’ e célere, o sindicato, por meio de seus diretores, já sinaliza com uma propositura mais firme, ameaçando entrar com ação na Justiça do Trabalho a fim de, pelo menos, conseguir uma forma de negociação em dissídio.
 

“Não há mais tempo a perder, nem paciência e sabedoria a serem esgotadas. O nosso interesse é simplesmente defender os direitos e até mesmo a dignidade destes trabalhadores”, disseram os diretores do SEEB/RO.

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