O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou, na última quinta-feira (30), que as Eleições Gerais deste ano contarão, novamente, com a atuação de missões de observação eleitoral. De acordo com o tribunal, entidades nacionais e internacionais credenciadas vão acompanhar, de forma técnica, imparcial e independente, a preparação, a votação, a apuração e a totalização dos votos.
Segundo a Corte, a presença dessas missões “integra as boas práticas adotadas por democracias em todo o mundo para conferir ainda mais transparência e credibilidade aos processos eleitorais”.
Ao final dos trabalhos, de acordo com o TSE, as instituições preparam relatórios independentes com avaliações e recomendações, “que podem contribuir para o aperfeiçoamento contínuo da organização das eleições brasileiras”.
A Justiça Eleitoral informou que o Parlasul, a Organização dos Estados Americanos (OEA), a União Europeia, a Uniore e a ROJAE-CPLP já aceitaram compor a Missão de Observadores Eleitorais (MOEs) deste ano. A União Africana e a Liga Árabe também receberam convites.