MORS - Jornalista e AGEPEN faziam parte do grupo de extermínio
Foto: Divulgação
Receba todas as notícias gratuitamente no WhatsApp do Rondoniaovivo.com.
As investigações feitas pela Polícia Federal, que culminou na “Operação Mors”, apurou que além de policiais envolvidos em pelo menos 10 mortes, que ocorreram no ano de 2014 no município de Jaru-RO, o grupo de extermínio responsáveis pelas execuções era composto também por agentes penitenciários, advogado e um jornalista.
.jpg)
As formas que as vítimas eram executadas eram sempre as mesmas, dois homens em uma motocicleta de cor preta abordavam os alvos e praticavam os assassinatos, em seguida fugiam sem deixar rastros.
VEJA TAMBÉM:
MORS - PF deflagra operação em Rondônia para prender grupo de extermínio
Ao todo, está-se dando cumprimento um total de 49 medidas judiciais, sendo: 35 mandados de busca e apreensão e 14 mandados de prisão, na sua maioria, contra servidores públicos integrantes de órgãos de segurança pública do Estado. As ações ocorrem nos estados de Rondônia e Mato Grosso.
Os integrantes do grupo que estão envolvidos em diversos crimes como extermínio, agiotagem, corrupção, lavagem de dinheiro, abusos de autoridade, ameaças, fraude processual, intimidação de testemunhas, porte, posse e comércio ilegal de armas de fogo, segurança particular ilícita e até tráfico de drogas. Um advogado e um policial civil também foram conduzidos para prestar esclarecimentos.
Os policiais, envolvidos com a organização criminosa, começaram a realizar execuções como uma forma de justiça privada, da qual eram vítimas pequenos infratores locais. Os crimes começaram a ocorrer de forma desenfreada e as execuções começaram a ser realizadas pelas mais variadas e gratuitas razões, que iam, desde cobranças de dívidas, até crimes encomendados, como ocorre em regra nas mortes executadas por os grupos de extermínio.
Acesse sua conta do Rondoniaovivo.com e faça seu comentário
Aos leitores, ler com atenção
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.
* O resultado da enquete não tem caráter científico, é apenas uma pesquisa de opinião pública!