O menor de oito anos contou que o ancião apalpava os seus testículos bem forte e que também costumava tomar banho nu, forçando as duas meninas a olhá-lo enquanto se masturbava.
Foto: Divulgação
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Uma guarnição da Polícia Militar foi acionada pelo CIOP (Centro Integrado de Operações Policiais) na noite de quarta-feira (06) para verificar uma denúncia de estupro contra três crianças (uma de 8 anos, outra de 10 anos e outra de 11 anos) no Bairro Aponiã, zona Norte de Porto Velho.
Os policiais entraram em contato com uma mulher, testemunha e tia das crianças, que informou que elas estariam sendo assediadas e bolinadas constantemente pelo ancião José M. N., de 66 anos, que mora de favor na mesma casa que os menores.
O policial militar que comandava a operação sentou junto com as três vítimas e a família para uma “conversa informal” a respeito da denúncia, o que as crianças relataram que José havia tempos que praticava atos libidinosos e imorais contra elas.
O menor de oito anos contou que o ancião apalpava os seus testículos bem forte e que também costumava tomar banho nu, forçando as duas meninas a olhá-lo enquanto se masturbava.
As meninas relataram que ele ficava dando tapinhas e apalpando as suas nádegas. Diante dos fatos relatados, o comandante da guarnição policial consultou o coordenador do Centro de Operações, que orientou que fosse feita a prisão do acusado por pedofilia, lendo os seus direitos e conduzindo-o a central de flagrantes.
Porém mediante despacho da delegada de plantão, o conduzido foi liberado caso não houvesse restrição junto a Polinter. O caso foi registrado no Boletim de Ocorrência nº 5984-2011.
DESPACHO
No despacho da Delegada Amanda Ferreira, consta que os procedimentos tomados mediante denúncia e relato das crianças, que no dia em que foi feita a denúncia o ancião não havia tocado nelas, mas foi feito relato com um histórico em que o acusado havia praticado atos libidinosos configurando pedofilia. Ela determinou que junta-se os Termos de Informação das vítimas, que as mesmas fosse encaminhadas ao IML (Instituto Médico Legal) para verificação de ECD (lesão corporal, conjunção carnal e atos libidinosos).
As crianças foram conduzidas ao Conselheiro Tutelar na Central de Flagrantes, além da oitivas (interrogatório) com a tias das vítimas e testemunhas.
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