IML constata que bebê teve pescoço cortado antes de ser jogado em rio

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Foto: Divulgação

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O laudo tanatoscópico do Instituto Médico Legal (IML) de Ariquemes (RO) divulgado pela Polícia Civil nesta segunda-feira (2) revelou que o recém-nascido

encontrado boiando no Rio Mororó, em Jaru, nasceu vivo e foi morto após o nascimento com um corte na região do pescoço. O bebê, do sexo masculino, foi jogado nas águas pela própria mãe, ainda com o cordão umbilical, no dia 13 de fevereiro deste ano. A mulher foi presa quatro dias depois.

Ao ser detida, a mãe, a dona de casa Lucineide dos Santos Silva, de 29 anos, alegou que escondeu a gravidez de familiares e fez o parto sozinha, mas que a criança teria nascido sem vida. Após a conclusão do laudo, que contestou essa versão, a mãe foi indiciada pela Polícia Civil por infanticídio e deve permanecer presa na Casa de Detenção de Jaru, até o julgamento.

Conforme o delegado Renato Morari, o inquérito policial foi enviado para o Ministério Público do estado (MPRO), que deve denunciar Lucineide. Se a denúncia for aceita pela Justiça e a mãe for considerada culpada, ela pode ser condenada a pena de 2 a 6 anos de prisão.

No entanto, segundo o delegado, a dona de casa era atendida pelo Centro de Atendimento Psicossocial (Caps) de Jaru, por apresentar problemas mentais. Morari não informou que transtornos são esses e nem por quanto tempo a mulher foi atendida, mas disse que, durante o processo, ela deve passar por avaliações médicas, para avaliar se a mãe tinha ou não discernimento do que fazia no dia do crime.

O corpo do recém-nascido foi visto, no último dia 13 de fevereiro, por populares boiando no Rio Mororó, que mede cerca de cinco metros de largura e tem aproximadamente 1,5 metro de profundidade. O Corpo de Bombeiros realizou o resgate do bebê, que ainda estava com o cordão umbilical.

A dona de casa Lucineide dos Santos Silva foi presa no dia 17 de fevereiro em Jaru, após denúncias anônimas, e confessou ser mãe da criança. Ao ser presa, a princípio, negou que esteve gestante, mas depois de passar pela avaliação de um médico obstetra no hospital do município, decidiu contar a verdade e confessou que jogou o filho no rio.

A mulher alegou que já tem três filhos e que, por isso, não queria a quarta gravidez. Lucineide contou ainda que escondeu a gestação dos familiares e fez o parto sozinha, mas que a criança teria nascido sem vida.

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