Aos três anos, seu cérebro já havia alcançado 80% do volume típico
Foto: Reprodução
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Noah Wall, um menino britânico, nasceu com espinha bífida, hidrocefalia e um cisto que deixou seu cérebro reduzido a apenas 2% do tamanho esperado. Logo após o nascimento, passou por uma cirurgia de drenagem que lhe deu a chance de sobreviver.
A partir daí, iniciou um processo intenso de estimulação, com fisioterapia neurológica na Inglaterra e terapias cognitivas na Austrália. O resultado foi surpreendente: aos três anos, seu cérebro já havia alcançado 80% do volume típico.
Contra todos os prognósticos, Noah aprendeu a falar, ler, usar o tablet e até realizar cálculos simples. Apesar das limitações motoras, sua capacidade de comunicação e interação trouxe esperança a médicos e pesquisadores.
O caso de Noah é um exemplo impressionante da plasticidade cerebral, mostrando como o cérebro humano pode se reorganizar e recuperar funções mesmo após lesões graves. Mais do que uma história de sobrevivência, sua trajetória amplia o entendimento sobre o potencial da mente quando estímulo e resiliência se encontram.
Ref: Metrópoles
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