AÇÃO ARTICULADA: Novo ministro da Justiça reforça proposta de unir polícias no combate às facções

A estratégia envolve a atuação integrada das polícias e de outras instituições públicas, com o objetivo de enfraquecer as facções criminosas

AÇÃO ARTICULADA: Novo ministro da Justiça reforça proposta de unir polícias no combate às facções

Foto: Divulgação/MJSP

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Com a saída de Ricardo Lewandowki do Ministério da Justiça e Segurança Pública não muda o plano que o governo federal tem de enfrentar o crime organizado de forma incisiva e articulada com todas as forças policiais disponíveis no país. A meta é atingir os núcleos altos das facções e bloquear as finanças como forma de enfraquecer os grupos criminosos espalhados pelo país. Também serão efetuadas prisões de líderes como forma de desarticular o sistema criminoso.

 

O novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, empossado nesta semana, afirmou que o Governo Federal vai intensificar o enfrentamento ao crime organizado por meio de uma ação articulada entre todos os órgãos do Estado. A iniciativa, segundo ele, atende a uma determinação direta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e prevê a união de esforços entre a União, os estados e suas forças de segurança.

 

De acordo com o ministro, a estratégia envolve a atuação integrada das polícias e de outras instituições públicas, com o objetivo de enfraquecer as facções criminosas que atuam de forma organizada em diferentes regiões do país. “O combate ao crime organizado exige uma resposta coordenada, que ultrapasse limites administrativos e políticos”, destacou.

 

Lima e Silva informou ainda que as medidas concretas e as ações estruturantes dessa nova fase de enfrentamento serão apresentadas em reuniões posteriores. Entre os pontos que deverão ser detalhados estão a formação da equipe do ministério, o planejamento operacional e o fortalecimento da cooperação federativa com governadores e gestores estaduais da área de segurança pública.

Segundo o ministro, a decisão do presidente Lula representa um marco na política de segurança pública do país, ao reconhecer que o avanço das facções criminosas não pode ser combatido de forma isolada. Para ele, o desafio imposto pelo crime organizado exige uma atuação integrada, permanente e institucional, que vá além de governos e mandatos.

 

A proposta sinaliza uma mudança de postura do Estado brasileiro, apostando na união de forças, no compartilhamento de informações e na coordenação nacional como caminhos para enfrentar um problema que impacta diretamente a segurança e a qualidade de vida da população.

A proposta deve funcionar por meio da integração operacional entre as forças federais, estaduais e de inteligência, com compartilhamento de informações, definição de estratégias conjuntas e atuação coordenada em ações preventivas e repressivas. A ideia é que as polícias atuem de forma complementar, evitando sobreposição de esforços e fortalecendo o combate às facções desde a investigação financeira até a repressão nas ruas, com acompanhamento permanente do Ministério da Justiça e participação ativa dos governos estaduais.

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