PROXIMO ALVO?: Após atacar a Venezuela, Trump confirma que EUA tem interesse na Groenlândia

Em tom duro, ele afirmou que novas ações militares não estão descartadas

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Foto: Reprodução

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Após declarações recentes sobre a Venezuela, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a chamar atenção da comunidade internacional. Em tom duro, ele afirmou que novas ações militares não estão descartadas. As falas aumentaram a preocupação com possíveis desdobramentos globais.

Trump afirmou que a nova líder venezuelana, Delcy Rodríguez, poderá sofrer consequências severas caso não atenda às exigências americanas. Segundo ele, o “preço” a ser pago seria ainda maior do que o enfrentado por Nicolás Maduro. A declaração foi dada em entrevista por telefone à revista The Atlantic.
 
De acordo com a publicação, Trump deixou claro que não aceitaria a postura de resistência de Rodríguez. Ele se referiu à rejeição da líder venezuelana à intervenção militar dos EUA, que teria resultado na captura de Maduro. O tom da conversa foi descrito como direto e ameaçador.
 
 
Declarações ampliam tensão internacional com a Europa
 
Além da Venezuela, Trump mencionou outro ponto sensível do cenário mundial. O presidente fez referência direta a um território europeu, o que gerou surpresa e preocupação entre aliados dos Estados Unidos. A fala elevou o nível de tensão diplomática.
 
Segundo a revista, Trump comentou que a Venezuela pode não ser o último alvo de uma intervenção americana. Durante a ligação, ele afirmou que os EUA “precisam da Groenlândia”. A ilha faz parte do território da Dinamarca, país aliado da OTAN.
 
Trump justificou sua fala alegando questões de segurança internacional. Ele disse que a Groenlândia estaria cercada por navios russos e chineses. A declaração ocorreu enquanto ele chegava ao seu clube de golfe em West Palm Beach.
 
As afirmações repercutiram rapidamente e levantaram debates sobre os limites da política externa americana. Especialistas alertam que esse tipo de discurso pode gerar instabilidade global. Até o momento, não houve resposta oficial da Dinamarca ou da OTAN.
 
 
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