Sem arcos nem flechas - Por Marquelino Santana

Receba todas as notícias gratuitamente no WhatsApp do Rondoniaovivo.com.​

  • Reação
  • Reação
  • Reação
  • Reação
  • Reação
  • Reação
0 pessoas reagiram a isso.

As etnias étnico-raciais marginalizadas do querido e amado rio Madeira, juntamente com as populações tradicionais da borracha natural da Amazônia, finalmente, resolveram proclamar e unirem-se em nome da sobrevivência da democracia rondoniense.

 

Durante os embates declarados entre arcos e flechas, as espingardas cuspiram fogo, vomitaram sangue e criaram o mais cruel atentado e infortúnio em desfavor da legitimidade jurídica amazônica do Estado de Rondônia.

 

Os arcos e nem as flechas eram originais, eram maquiagem do dinheiro público, no sentido de promoverem ataques a honra humana e midiática do direito ontológico de viver e ser feliz.

 

De repente os arcos ficaram sem flechas, as flechas tomaram rumos diferentes e doentios, as espingardas da morte foram, enfim, sufocadas pela marca constitucional da democracia verdadeira e inclusiva.

 

Durante os entraves entre a corrupção e a denúncia midiática, o poder público chegou na mais justa conclusão de que os arcos estavam à serviço do poder capitalista usurpador, de que as espingardas estavam à serviço da morte em vida, e de que, finalmente, a democracia reinante, vencera em nome da lei, a batalha final do combate.

 

Direito ao esquecimento

MAIS COLUNAS

Por Editoria

CLASSIFICADOS veja mais

EMPREGOS

PUBLICAÇÕES LEGAIS

DESTAQUES EMPRESARIAIS

EVENTOS

Instale o app do Rondoniaovivo.com Acesse mais rápido o site