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As etnias étnico-raciais marginalizadas do querido e amado rio Madeira, juntamente com as populações tradicionais da borracha natural da Amazônia, finalmente, resolveram proclamar e unirem-se em nome da sobrevivência da democracia rondoniense.
Durante os embates declarados entre arcos e flechas, as espingardas cuspiram fogo, vomitaram sangue e criaram o mais cruel atentado e infortúnio em desfavor da legitimidade jurídica amazônica do Estado de Rondônia.
Os arcos e nem as flechas eram originais, eram maquiagem do dinheiro público, no sentido de promoverem ataques a honra humana e midiática do direito ontológico de viver e ser feliz.
De repente os arcos ficaram sem flechas, as flechas tomaram rumos diferentes e doentios, as espingardas da morte foram, enfim, sufocadas pela marca constitucional da democracia verdadeira e inclusiva.
Durante os entraves entre a corrupção e a denúncia midiática, o poder público chegou na mais justa conclusão de que os arcos estavam à serviço do poder capitalista usurpador, de que as espingardas estavam à serviço da morte em vida, e de que, finalmente, a democracia reinante, vencera em nome da lei, a batalha final do combate.
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