EMAGRECEDORES: PM se manifesta sobre prisão de tenente-coronel no Paraná

Oficial estava com uma carga de medicamentos emagrecedores avaliada em R$ 400 mil

EMAGRECEDORES: PM se manifesta sobre prisão de tenente-coronel no Paraná

Foto: Reprodução

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A Polícia Militar do Estado de Rondônia (PM-RO) manifestou-se oficialmente sobre a prisão do Tenente-Coronel David Machado de Alencar, ocorrida na tarde do último sábado (2), em Foz do Iguaçu (PR). 
 
Em nota, a corporação informou que aguarda a notificação formal dos fatos para dar início aos procedimentos legais internos.
 
​"Não compactuamos com condutas ilegais", afirma nota.
 
 
​Embora o oficial já tenha passado por audiência de custódia e sido liberado mediante fiança na Justiça Federal, a PM-RO esclareceu que, até o momento, não recebeu comunicação oficial acerca da prisão.
 
 
​Contudo, a instituição adotou um tom de firmeza institucional, garantindo que tomará providências assim que for notificada:
​"A Instituição ressalta que, tão logo seja formalmente notificada, adotará todas as medidas legais cabíveis. 
 
A PM-RO ressalta ainda que não compactua com quaisquer condutas que contrariem os preceitos legais e disciplinares", afirma o comando da corporação em trecho da nota.
 
 
​Relembre o caso
 
 
​O Tenente-Coronel foi detido por agentes da Receita e Polícia Federal na Ponte Internacional da Amizade com uma carga de medicamentos emagrecedores avaliada em R$ 400 mil. 
 
A conduta foi tipificada no Art. 273 do Código Penal, crime considerado hediondo por envolver a importação irregular de produtos terapêuticos, com penas que podem chegar a 15 anos de reclusão.
 
 
​Após passar a noite sob custódia militar no Posto Maracanã (Corpo de Bombeiros), o oficial obteve liberdade provisória concedida pela Juíza Federal Valkiria Kelen de Souza, mediante o pagamento de uma fiança estipulada em R$ 30 mil.
 
 
​A nota oficial da Polícia Militar reforça que a atuação de seus integrantes deve ser pautada nos "princípios éticos e nos valores institucionais ensinados na caserna". 
 
Com a formalização do caso, espera-se a abertura de um procedimento administrativo disciplinar pela Corregedoria para avaliar a permanência do oficial nos quadros da instituição.
 
 
​A PM-RO encerrou o comunicado reiterando que permanece à disposição das autoridades competentes para colaborar com os esclarecimentos necessários.
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