Na manhã desta terça-feira (10), Cleonice P. N., 40, foi retirada do presídio e ouvida na Delegacia de Homicídios sobre a morte de
Wilmar Batista de Souza, 56. O corpo da vítima foi encontrado carbonizado no ramal Maravilha no dia 10 junho deste ano.
Em depoimento, Cleonice negou que fosse esposa de Wilmar e alegou que apenas o ajudava no tratamento do vício em álcool. Porém, as investigações apontaram que ela era companheira da vítima e inclusive teria vendido o carro dele após o crime.
O veículo foi apreendido recentemente na BR-364 em posse do atual comprador, que informou ter adquirido com Cleonice e o outro homem não identificado.
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'O que Cleonice declarou é diferente do que a investigação apontou até agora. Mas ela será ouvida em outros momentos que oportunizará que mude a própria versão. Ela não colabora muito para esclarecer os fatos, porém, isso é uma opção pessoal dela. O advogado a orientou muito bem, juridicamente ela está bem assessorada. O laudo da perícia deve ser concluído esta semana. No entanto, já conversamos sobre a dinâmica dentro da casa no dia do assassinato, então a versão apresentada por ela não ajuda em nada, uma vez que ela diz que não aconteceu dentro da casa e a perícia mostra que ocorreu lá', concluiu o delegado Sandro Moura, responsável pelo caso. A mulher foi presa no dia 19 de setembro do corrente ano por força de mandado de prisão temporária de 30 dias.