Neste sábado, 27 de junho, estreia no YouTube o Podcast Café com Floresta, um projeto audiovisual que nasce com a proposta de valorizar a Amazônia por meio do diálogo. Gravada na Gleba Maravilha, comunidade localizada do outro lado do rio, em meio à floresta, a primeira temporada reúne convidados de diferentes áreas para conversar sobre história, cultura, arte, empreendedorismo, culinária, medicina tradicional e outros temas que revelam a riqueza dos saberes amazônicos.
Mais do que um podcast, o Café com Floresta é um encontro entre pessoas, territórios e conhecimentos. Em um cenário onde a natureza se torna parte da narrativa, cada episódio convida o público a conhecer experiências, memórias e perspectivas de quem vive e constrói a Amazônia todos os dias.
Entre os convidados da primeira temporada estão o artista Samuel Bera; o mestre da cultura popular e advogado Paulinho Rodrigues; o historiador e professor Alécio Valois; os artistas e agroflorestores Najhara Lopes e Tino Alves; o artista e artesão Tayson Nunes; e o chef autodidata Ray, que compartilham suas trajetórias e reflexões sobre o território amazônico.
Segundo a produção, a proposta é criar um espaço de escuta e valorização das múltiplas identidades da região.
"A Amazônia é muito mais do que a floresta. Ela é feita de pessoas, histórias, tradições, arte, sabores e conhecimentos que precisam ser ouvidos. O Café com Floresta nasce para registrar e compartilhar essas vozes com o Brasil."
Realizado com recursos do Edital nº 008/2025 – Funcultural – Fomento à Execução de Ações Culturais, em Porto Velho, o projeto fortalece a produção cultural rondoniense e amplia os espaços dedicados à difusão da memória, da identidade e da diversidade amazônica.
Com episódios gravados ao ar livre, cercados pela paisagem da floresta, o podcast convida o público a desacelerar e mergulhar em conversas profundas, onde a natureza também participa como personagem.
A estreia marca o início de uma série que promete aproximar diferentes públicos da riqueza cultural do Norte do Brasil, reafirmando Rondônia como um território de produção de conhecimento, criatividade e resistência.