Dois casos de afogamento foram registrados nas águas do rio Branco e Cauamé em menos de 24 horas em Boa Vista. Uma das vítimas foi a adolescente Rena Cleide da Silva, de 13 anos, que morreu ontem à tarde, por volta 16 horas, quando passeava com outra colega na Orla Taumanam, no Centro.
*Conforme a informação de uma fonte por telefone, a vítima teria ido socorrer uma amiga que se afogava e acabou sendo levada pela correnteza do rio, enquanto a amiga acabou salva.
*A fatalidade se deu bem embaixo da plataforma da orla, um dos locais de maior profundidade do rio, onde a correnteza também se torna mais forte. O caso foi atendido pela equipe de mergulhadores do Corpo de Bombeiros e socorristas do RUA (Resgate Urbano a Acidentados). Até a noite, às 19 horas, os mergulhadores ainda não tinham conseguido encontrar o corpo da adolescente.
*Rena Cleide morava no bairro Tancredo Neves e seus familiares só souberam do seu afogamento por volta das 18 horas, momento que seu pai Renato foi para o local. Ela era aluna da 5ª série da escola Tancredo Neves pela manhã.
*ÍNDIO – A outra vítima foi o índio Macuxi Renato Alvino da Silva, 26, que desapareceu nas águas do balneário Cauamé no domingo e só ontem pela manhã é que seu corpo foi encontrado.
*Conforme o diretor da Casai (Casa de Saúde do Índio), localizada no Monte Cristo, Antônio Gonçalves, o indígena estava internado da unidade de saúde à espera de uma cirurgia de catarata. No domingo fugiu pela parte de trás do complexo, aos fundos do rio Cauamé.
*O diretor contou que, de acordo com relatos de um dos índios que fugiram junto com Renato, o grupo teria ido participar do forró que acontecia em um bar próximo da ponte do Cauamé. Horas depois de beberem, eles resolveram voltar atravessando o rio e Renato não conseguiu