Há mais de uma semana, o desaparecimento da ex-caminhoneira Andréia Rodrigues da Silva. Ela tem 47 anos e saiu na sexta-feira, 27, no bairro BNH, da casa em que mora no mesmo terreno onde vive a mãe, em Vilhena.
Após ser acionada, a Polícia Civil produziu um texto e distribuiu para a imprensa, junto com fotografias de Andréia, que também já trabalhou como frentista e há mais de um ano vem enfrentando um severo quadro depressivo.
De acordo com um irmão, as crises da ex-motorista vem se intensificando: no final do ano passado, ela também saiu de casa, mas retornou horas mais tarde; cerca de um mēs atrás, nova fuga, quando ela chegou a deixar uma carta para a filha "despedindo-se da vida".
Por causa dos transtornos psiquiátricos, Andréia já chegou a se intoxica duas vezes usando medicamentos. Após um desses episódios, ela foi levada para o Hospital Regional e submetida a uma lavagem estomacal.
Após a publicação do sumiço, a familia reforça a orientação às pessoas que a virem pela cidade, para que liguem para os números de emergência das policias Civil e Militar.