A combinação de temperaturas elevadas, baixa umidade e pouca chuva também aumenta o risco de incêndios
Foto: Ocampos
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Rondônia está entre os estados sob forte pressão das altas temperaturas.
Em Porto Velho, a sensação térmica chegou a cerca de 43°C nos últimos dias, enquanto o Brasil pode enfrentar pelo menos seis ondas de calor entre setembro e dezembro de 2026, segundo análise do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).
A estimativa foi baseada em 47 anos de registros durante períodos de El Niño. No último episódio, entre agosto e dezembro, o país registrou nove ondas de calor, recorde da série histórica iniciada em 1979.
Esse mesmo fenômeno deve acontecer neste ano de 2026, afetando a região de Porto velho conforme consta no infográfico.
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O fenômeno preocupa porque as ondas de calor estão mais frequentes e atingem áreas maiores do território brasileiro.
A combinação de temperaturas elevadas, baixa umidade e pouca chuva também aumenta o risco de incêndios, especialmente na região amazônica e no Pantanal.
Em Rondônia, o cenário exige atenção redobrada.
Além do desconforto e dos riscos à saúde provocados pelo calor extremo, a persistência de temperaturas elevadas e períodos secos pode favorecer queimadas, perda de umidade do solo e pressão sobre os recursos hídricos.
As previsões para setembro indicam temperaturas acima da média em grande parte do país, com alguns locais podendo registrar até 3°C acima do normal.
Especialistas ressaltam que uma onda de calor não é apenas um dia quente: o fenômeno ocorre quando temperaturas excepcionalmente elevadas, máximas e mínimas, persistem por pelo menos três dias consecutivos.
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