VÍTIMA DE PRECONCEITO: Sílvia Cristina reage a ataques e afirma que vida pessoal nunca foi segredo

Deputada federal diz que exposição repentina de sua vida privada tem motivação política, classifica preconceito como crime e afirma que já obteve vitórias judiciais contra ataques semelhantes

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A deputada federal Sílvia Cristina, do PP, se pronunciou publicamente para rebater ataques direcionados à sua vida pessoal e à sua família, após a circulação de conteúdos que passaram a explorar aspectos privados de sua trajetória. Em declaração, a parlamentar afirmou que sua história pessoal nunca foi escondida e sempre foi conhecida por pessoas próximas, eleitores e aliados, mas que jamais foi utilizada como instrumento político.
 
Ao iniciar sua fala, Sílvia Cristina destacou que sua família foi construída com “verdade, respeito e coragem” e afirmou que o tema abordado nos ataques não é novo. Segundo ela, trata-se de um assunto que já foi tratado publicamente em outras ocasiões e que nunca esteve oculto. Ainda assim, disse agradecer a oportunidade de voltar a se manifestar, ressaltando que “a verdade não muda, mesmo quando tentam distorcê-la”.
 
A deputada afirmou que sua vida pessoal sempre esteve acessível a quem convive com ela e acompanha sua atuação pública, mas reforçou que jamais foi transformada em bandeira eleitoral. “A minha vida pessoal nunca foi segredo, apenas nunca foi palanque”, declarou, acrescentando que o estranhamento, em sua avaliação, não está nos fatos em si, mas no interesse repentino pela exposição deles.
 
Durante o pronunciamento, Sílvia Cristina questionou as motivações por trás da divulgação do tema neste momento e apontou a existência de uma estratégia política. Segundo ela, a tentativa de transformar aspectos da vida privada em ataque público faz parte de um “jogo conhecido”, que classificou como sujo e movido por preconceito, oportunismo e medo. A parlamentar também afirmou que não considera coincidência o período em que esse tipo de exposição ocorre.
 
A deputada ressaltou que o preconceito é tipificado como crime no Brasil e afirmou que esse tipo de conduta não se enquadra como opinião, debate ou liberdade de expressão. “Preconceito é crime no Brasil. E não é opinião, não é debate, não é liberdade de expressão. É crime”, afirmou. Ela declarou ainda que já enfrentou ataques semelhantes na Justiça e obteve decisões favoráveis, dizendo que continuará recorrendo ao Judiciário sempre que considerar necessário.
 
Sílvia Cristina também afirmou que não pretende responder aos ataques com hostilidade. Segundo ela, sua reação se baseia em coerência, trabalho e humanidade. “Porque não respondo com ódio. Respondo com coerência, trabalho e humanidade”, disse, ao acrescentar que sua atuação pública tem como foco a defesa de vidas, e não a destruição de pessoas.
 
Na parte final do pronunciamento, a deputada fez considerações sobre o uso do discurso conservador no debate político. Ela afirmou que conservadorismo não deve se resumir a retórica, uso da fé ou encenação moral, mas sim a caráter, conduta e coerência entre discurso e prática. “Quem usa a fé como ferramenta política e preconceito como arma não defende valores, engana pessoas”, declarou.
 
Encerrando sua manifestação, Sílvia Cristina reafirmou que tem família, princípios e história, e disse que seguirá atuando com amor, verdade e respeito. Ao mesmo tempo, afirmou que serenidade não deve ser confundida com fraqueza. “Quem anda na verdade não recua, enfrenta”, concluiu.
 
 
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