Os produtores rurais têm até o próximo dia 15 para imunizar o rebanho bovino contra a febre aftosa durante a campanha de vacinação iniciada no último dia 15 em todo o Estado. A meta do Governo do Estado, de acordo com o presidente da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron), Lorival Ribeiro de Amorim, é vacinar cerca de 12 milhões de cabeça de gado, garantindo ao Estado a manutenção do status de livre da aftosa através da vacinação.
Durante a abertura oficial realizada no Parque de Exposição (AAPEAL) do município de Alvorada do Oeste, no último dia 7, o governador Ivo Cassol, juntamente com os representantes da Seapes, da Superintendência do Ministério da Agricultura no Estado, do Fundo Emergencial da Febre Aftosa (Fefa), além de Lorival de Amorim, solicitaram aos criadores atenção ao prazo de vacinação para que o Estado, que já começa a sentir os efeitos da imunização com a recente abertura do mercado do Rio Grande do Sul, não seja penalizado pela negligência de alguns.
Conforme o governador, os últimos dados apontam que Rondônia destaca-se como o 8º Estado no ranking nacional com 11,5 milhões de cabeça de gado, distribuídas em sua maioria pela região Centro-Sul. A expectativa é de que esse número tenha sofrido um aumento de cerca de 500 mil, chegando aos 12 milhões, o que será possível confirmar com a vacinação que serve de referência ao censo agropecuário iniciado há duas semanas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
“A criação bovina de Rondônia avança em números e também em qualidade. Por isso, é importante que cada produtor atenda à nossa convocação, não deixando de vacinar seu rebanho dentro do prazo estabelecido”, afirmou o governador, alertando que após a vacina o produtor deverá comunicar à Idaron até o dia 22 de maio sob pena de pagar multa de R$ 84 por propriedade; enquanto os que não vacinarem pagarão R$ 84 por cabeça. “Pedimos a todos que nos ajudem nesta luta de garantir mercado não só para a carne, mas, também, para todos os produtos e derivados do boi”, concluiu Cassol.