O ENCANTO DA PRAÇA: A memória afetiva de muitos porto-velhenses que presenciaram momentos únicos

O local era ponto de encontro da sociedade e concentrava os principais eventos

O ENCANTO DA PRAÇA: A memória afetiva de muitos porto-velhenses que presenciaram momentos únicos

Foto: Minha querida Porto Velho

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A Praça Getúlio Vargas, no coração do centro histórico de Porto Velho, é um dos espaços mais emblemáticos para a memória afetiva local. Na década de 1970, o local pulsava como o principal ponto de encontro da sociedade rondoniense, sendo cenário de importantes transformações urbanas, encontros sociais e manifestações culturais.

 

O Coração de Porto Velho na Década de 70

 

Ponto de Encontro: Nos anos 70, a praça era famosa pelo tradicional footing (o clássico passeio de jovens e famílias), além de abrigar eventos populares e ser o principal espaço de convivência no entorno da área comercial.

 

Assim era a praça Getúlio Vargas, em 1973.

 

Cenário Urbano:A arborização característica e as imediações da Avenida Sete de Setembro e da Rua Presidente Dutra eram os palcos onde os moradores circulavam em uma Porto Velho que ainda se desenvolvia rapidamente.

 

Monumentos e Arquitetura no Entorno

O Obelisco Histórico:Bem no centro da praça destaca-se um obelisco construído em 1922 em homenagem ao centenário da Independência do Brasil. É um dos marcos mais antigos da capital, erguido por membros da Comissão Rondon.

 

Palácio Getúlio Vargas:A praça fica situada bem em frente ao antigo Palácio do Governo. Começou a ser erguido em 1948 e foi inaugurado em 1954. Em estilo neoclássico e colonial, o prédio foi a sede administrativa do estado até 2015.

 

A Praça Hoje

O local foi revitalizado pela Prefeitura de Porto Velho para preservar o conjunto arquitetônico histórico do município. Hoje, o antigo Palácio funciona como o Museu da Memória Rondoniense (MERO), abrigando documentos e acervos que ajudam a contar a história de Rondônia. Para vivenciar ou pesquisar mais sobre a memória da região, o visitante também pode conferir os registros fotográficos históricos disponíveis na Biblioteca do IBGE.

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