Organizações criminosas respaldam com recursos do narcotráfico candidatos a Assembleia Legislativa e a Câmara dos Deputados
Foto: Divulgação
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O que se espera dos novos governos do Peru e da Colômbia não é o inútil bate-boca entre direita e esquerda, que nunca levou a nada e nem vai levar a partir das novas realidades mundiais, mas a capacidade de mesclar o nacionalismo, que está na moda desde a eleição de Donald Trump nos EUA, com ação diplomática qualificada para o tratamento dos assuntos amazônicos.
A primeira tarefa é pôr abaixo a ilusão, igualmente improdutiva, de que seja possível apenas proteger os recursos naturais, quando a exigência dos povos da região é utilizá-los para vencer a pobreza crônica. Não há condições de simplesmente deixar tudo como está, porque a única ação plausível para enfrentar o crime organizado na floresta é uma ação maior do Estado na indução do progresso, independentemente dos interesses de uma direita devastadora ou de uma esquerda ecológica.
Já não se trata de questão política, arte que vira pó na incompetência dos líderes eleitos, incapazes de resolver problemas e atender às demandas sociais. É uma questão essencialmente econômica pondo o desafio de como lidar com o que se tem para alcançar o que se pretende. Os melhores resultados só podem vir do crescimento econômico lastreado na sustentabilidade, com exportação seletiva de matérias-primas e mais industrialização local, ainda que por meio de parcerias com EUA e China, como no melindroso caso das terras raras.
Em meio das convenções partidárias que começam na próxima semana em Rondônia, uma serie de especulações a respeito de alterações nas candidaturas dos governadoráveis. As incertezas só serão comprovadas ao final dos encontros que vão homologar as candidaturas. Existem especulações para todos os lados. 1-No PT, a substituição do candidato Expedito Neto, por não conseguir decolar e sua substituição por um nome de um autêntico petista. Mas acho mais fácil galinha criar dentes do que isto acontecer. Expedito é um nome abençoado por Lula.
No âmbito das especulações foi cogitada a possibilidade do MDB trocar a candidatura do professor Pedro Abib ao CPA pelo ex-senador Amir Lando. Abib tem apoio do chefão do partido, o senador Confúcio Moura, uma troca, por conseguinte, bem difícil de acontecer. Só se Abib concordar mesmo, e ele não aceita a mudança. Já está em campanha com seu moto home pelo estado. E diante do silencio do ex-governador Ivo Cassol a respeito das eleições de outubro, suspeita-se que poderá apoiar uma outra candidatura, já que seu atual pupilo, Adailton Fúria estaria fraquejando. Ora, Ivo indicou com o governador Marcos Rocha o vice de Fúria, Everton Leoni. Se virar a casaca a coisa vai ficar feia para ele.
Acredita-se que o crime organizado rondoniense volta as urnas nas eleições de outubro, respaldando com recursos do narcotráfico candidatos a Assembleia Legislativa e a Câmara dos Deputados. As facções querem em troca, elegendo seus representantes, apoio em licitações vultosas nas prefeituras e governo do estado, indicações de funcionários graduados em órgãos públicos e como já sabe, funcionários fantasmas a rodo. Se envolvendo mais a cada eleição, as facções estão ganhando mais e sujeitas a penalidades menores com licitações públicas em obras de vulto. A coisa só tem piorado na última década. Milhões indo para o ralo e para os bolsos dos poderosos chefões.
Com a presença do seu vice, deputado estadual Rodrigo Camargo, dos seus dois candidatos ao Senado, deputado federal Fernando Máximo, o Touquinha, (Porto Velho) e Bruno Scheidt (Ji-Paraná), o senador Marcos Rogério (PL-Ji-Paraná) fará o lançamento da sua pré-candidatura ao governo de Rondônia, neste sábado, dia 18, em Vilhena. Rogério tem como estratégia fazer os lançamentos em polos regionais e começou tudo por Ji-Paraná em recente encontro no Clube Vera Cruz. Rogério tem a expectativa em proporcionar mais uma demonstração de força na sua campanha.
Com mais um reajuste nas tarifas aéreas, somadas ao brutal valor imposto em Rondônia pelas empresas aéreas nos presos das passagens, os portovelhenses buscam outras opções para passar as férias com os filhos em outros estados. A população rondoniense é formada exponencialmente por migrantes sulistas, mineiros, capixabas e nordestinos – Ceará, Maranhão e Paraíba com grande influência – e existia o hábito de passar as férias em suas localidades de origem. Atualmente a coisa ficou difícil. Muitas famílias estão viajando em carros, outras de ônibus, outras viajando até Cuiabá para buscar voos para outros centros. É coisa de louco!
*** Ji-Paraná e a região central vem aí com fortes candidaturas a Câmara dos Deputados. Desde o ex-prefeito Jesualdo Pires até o recém-lançado, o ex-vice-governador Airton Gurgacz. E ainda temos Lucio Mosquini, de Ouro Preto também com bases na capital da BR*** Trocando de saco para mala: o preço do aluguel tem aumentado substancialmente causando impacto na inflação nas cidades brasileiras. Em Porto Velho é a mesma coisa*** O MDB de Rondônia está fraquejando na formação de suas nominatdas a Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados e deverá perder mais representatividade nas eleições 2026.
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