ALTA PERICULOSIDADE: Criminoso do PCC com condenação por roubo e homicídio vira 'cela livre' e foge

Polícia Penal intensificou as buscas por toda a região

ALTA PERICULOSIDADE: Criminoso do PCC com condenação por roubo e homicídio vira 'cela livre' e foge

Foto: Rondoniaovivo

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Um apenado ligado à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e condenado a mais de 43 anos de prisão fugiu da penitenciária Estadual Milton Soares de Carvalho (470), na manhã de terça-feira (11) em Porto Velho (RO). 
 
O criminoso, identificado como Rodrigo Lopes de Melo, 33, cumpria pena em regime semiaberto e já beneficiava do status de "cela livre", realizando trabalhos externos sem qualquer tipo de monitoramento eletrônico.
 
​A fuga aconteceu enquanto o apenado executava serviços de roçagem e limpeza no perímetro do presídio. 
 
Segundo informações apuradas, Rodrigo era acompanhado por um policial penal durante os trabalhos de manutenção na área externa. 
 
No entanto, bastou uma breve ausência do agente, que precisou se deslocar até o interior do complexo prisional, para que o condenado corresse e concluísse a fuga.
 
​Rodrigo acumula uma pena total de 43 anos e 5 meses de reclusão por crimes graves, incluindo roubo e homicídio. 
 
Mesmo com o histórico de alta periculosidade e a forte condenação, ele não utilizava tornozeleira eletrônica no momento em que realizava a atividade fora do pavilhão.
 
​A Polícia Penal intensificou as buscas por toda a região para tentar recapturar o foragido. 
 
Paralelamente às diligências de campo, a direção da unidade instaurou procedimentos administrativos internos para apurar as circunstâncias da fuga e eventuais falhas na segurança do local.
Direito ao esquecimento
João Silva - há 2 horas
Investigação séria tá estranho
Joselio Silva - há 3 horas
Tem que investigar mesmo, isso é muito suspeito o indivíduo não tem tornozeleira eletrônica colocada, só um agente penal pra cuidar e o mesmo ainda se ausenta sem ter outra pessoa pra ficar no lugar e mais condenados com penas grandes e histórico de periculosidade em hipótese alguma deve ter esse benefício, fica esclarecido que não estou colocando em dúvida a posição do agente, pois só uma pessoa é estranho até pq o agente tem suas necessidades fisiológicas

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