VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA: Marcos Combate mantém ataque e vítima pede apreensão de arma do vereador

Vereador colocou a irmã e o seu chefe de gabinete para reforçar as ameaças contra a servidora pública até no final de semana

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Foto: Divulgação

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Acabou o sossego para a servidora pública e advogada Aline Coutinho Albuquerque Gomes, que vem recebendo constantes ataques e violência psicológica do vereador de Porto Velho, Antônio Marcos Mourão Figueiredo, conhecido como Marcos Combate. Mesmo com decisão judicial que garante medida protetiva, a servidora pública foi novamente atacada na noite sexta-feira em programa de televisão em rede estadual.
 
A servidora pública registrou novo Boletim de Ocorrência (N140.478/2025) com base da lei Maria da Penha e outras leis criminais. Diante de constantes descumprimentos de ordem judicial e da tentativa de intimidação pública, a vítima solicitou a imediata adoção das medidas legais cabíveis pela autoridade policial e judicial, para resguardar sua integridade física, psicológica e moral, com recrudescimento da medida protetiva, a suspensão da posse ou restrição do porte de armas do vereador. 
 
 
 
Para engrossar o tom, o vereador Marcos Combate escalou a sua irmã Paula Figueiredo e o seu chefe de gabinete Junior Siqueira para ecoar novas ameaças. A dupla cumpre à rigor as ordens e, até no final de semana, não dá trégua fazendo seguidas ameaças e difamações. Para aumentar a angústia da vítima, passaram a divulgar notícias falsas e ofensivas contra a servidora pública em redes sociais, especialmente no Instagram, e em grupos de WhatsApp. Segundo informações de inquérito, a ex-mulher do vereador também teria medida protetiva contra ele.
 
 
Descumprimento de ordem judicial 
 
Marcos Combate ignora a decisão, assinada pelo juiz Victor de Santana Menezes, da 1ª Vara de Garantias de Porto Velho, impondo que o parlamentar mantenha distância mínima de 500 metros, não tenha qualquer contato com a vítima e se abstenha de citá-la ou expor sua imagem em redes sociais, aplicativos de mensagens e outros meios.
 
 
Entre os novos pedidos judiciais contra o vereador está a suspensão da posse ou restrição do porte de armas, nova proibição de aproximação da ofendida, de seus familiares e das testemunhas, fixando o limite mínimo de distância, proibição de contato com a ofendida, seus familiares e testemunhas por qualquer meio de comunicação, em virtude de ter sofrido Violência psicológica.
 
 
Violência contra a mulher 
 
Tudo ocorre em pleno Agosto Lilás – mês de conscientização conta a violência e proteção à mulher vítima de violência. A perseguição do vereador Marcos Combate contra a servidora iniciou dentro de uma repartição pública, quando o vereador tentou interferir num vultuoso processo de licitação e foi impedido pela servidora no cumprimento de seu dever de guardiã do serviço público. 
 
Além de infringir a legislação de proteção do servidor público, Combate vem causando de forma indecorosa a instabilidade psicoemocional com sérias ameaças e difamações contra a vítima.
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