NO CONGRESSO: Fernando Máximo repudia desmandos do IBAMA

Ao presidente do IBAMA, Máximo solicitou que fosse ampliado o prazo para que os produtores se regularizem

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Foto: Assessoria

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Nesta semana o deputado federal Dr. Fernando Máximo (UB) partiu em defesa dos produtores rurais rondonienses que estão sofrendo com os embargos promovidos desde o início do ano em uma ação coordenada pelo IBAMA. 
 
Fernando Máximo integrou a reunião das bancadas do Norte e do Mato Grosso com a presença do presidente do IBAMA, o biólogo Rodrigo Agostinho, e deixou claro o sofrimento desses rondonienses, que segundo o deputado, estão em situação de extrema penúria e desespero pelo risco de terem suas terras embargadas e seu gado confiscado. 
 
Só em Rondônia, aproximadamente 500 mil cabeças de gado terão de ser removidas por ordem Federal, mas o prazo é de 5 (cinco) dias e muitos produtores acabam vendendo a “preço de banana”, por não terem onde colocar o gado e isso, muitas vezes, pode colocar trabalhadores do campo em situação de miséria. 
 
“São pessoas que geram emprego e renda, colocam alimento na nossa mesa, trabalham de sol a sol, são brasileiros honestos e não podem ser considerados bandidos. Será que a melhor estratégia não seira dar um prazo para eles se regularizarem e prepararem um reflorestamento? Eles estão desesperados, chorando depressivos, pais e mães de famílias que não conseguem dormir”, afirmou Fernando Máximo ao presidente do IBAMA. 
 
 
 
 
Máximo ainda afirmou ser contra o desmatamento criminoso, porém de acordo com ele, a forma como o Governo Federal vem agindo contra os produtores rurais de Rondônia não representa a forma mais inteligente de combater o desmatamento ilegal na floresta amazônica e só gerando pobreza, desemprego e desespero de cidadãos de bem. 
 
“Aí eu pergunto, retirar esse gado desse pessoal tendo que vender no desespero, levar prejuízo, vai fazer reflorestar? Isso vai parar o desmatamento? Queimar a motocicleta, queimar a caminhonete vai trazer reflorestamento? ”, disse o deputado Fernando Máximo. 
 
Após ouvir aos questionamentos de Fernando Máximo, o presidente do IBAMA afirmou que irá sentar com a sua equipe e analisar os casos, ele disse ainda que o fato de uma área estar em um lugar indevido não significa que ela não pode ser regularizada, deixando uma expectativa de que as coisas podem ser resolvidas sem destruir o meio de sustento desses produtores que colocam alimento à mesa dos brasileiros e ainda geram emprego e renda. 
 
O presidente do IBAMA disse ao parlamentar que vai analisar as sugestões e possibilidades e procurar uma solução para o caso. 
 
Fernando Máximo segue atento à essa pauta e irá acompanhar as ações que serão tomadas pela presidência do IBAMA em relação à essas áreas embargadas.
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