Diante do descumprimento das determinações cautelares e das novas ameaças, a Polícia Militar realizou
Foto: Divulgação
Receba todas as notícias gratuitamente no WhatsApp do Rondoniaovivo.com.
VÍDEO:https://www.instagram.com/reel/DbJviT7P2BT/?igsh=MXJrOGJ4N3I4dG82ZQ==
Poucas horas após ser beneficiado com a liberdade provisória concedida pela Justiça de Rondônia durante audiência de custódia, o ex-funcionário acusado de furto qualificado, identificado pelas iniciais L.H. N. M. voltou a ser detido na propriedade do empresário Daniel Pitbull, localizada na beira do Rio Madeira, em Porto Velho
Ele havia sido preso ontem (22) sob a acusação de invadir a residência do ex-patrão, furta bens pessoais, a chave de um veículo e o controle do portão. Durante a audiência, a defesa argumentou que o acusado teria enfrentado um "surto psíquico" e que se tratava de uma pessoa de boa índole. O Poder Judiciário deferiu a soltura mediante o cumprimento de medidas cautelares.
No entanto, no mesmo dia da liberação, a Polícia Militar foi acionada novamente ao local. O empresário relatou que o ex-funcionário retornou ao imóvel e fez novas ameaças de morte.
"Não consigo viver em paz aqui. Ontem ele entrou no meu quarto, levou pertences, chave do carro, controle da casa... E hoje fui ameaçado de morte de novo. Tive que pedir ajuda às autoridades novamente", declarou Daniel Pitbull.
Ao ser abordado pelos policiais e questionado se o empresário lhe devia algum valor financeiro, o acusado negou: "Não, não deve nada não. Só tenho a agradecer a ele por tudo que me ensinou". Porém, ao ser alertado pelos policiais de que a situação resultaria em um Termo Circunstanciado e de que deveria se afastar da propriedade, o acusado afirmou que não pretende parar de ir ao local.
Diante do descumprimento das determinações cautelares e das novas ameaças, a Polícia Militar realizou os procedimentos cabíveis no local para resguardar a integridade física da vítima.
Acesse sua conta do Rondoniaovivo.com e faça seu comentário
Aos leitores, ler com atenção
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.