O crime aconteceu ano passado na capital de Rondônia
Foto: Richard Nunes /Rondoniaovivo
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Foi condenado em julgamento que terminou na noite desta terça-feira (30), o agente penitenciário, William Azevedo Teodoro, acusado de estuprar e matar Maristela Freitas Alves, no balneário Rio das Garças, no dia 8 de setembro de 2018, na zona rural de Porto Velho (RO). O agente penitenciário pegou 26 anos de cadeia.
O crime
William e Maristela estavam em um bar, quando ele ofereceu carona para levá-la até em casa. Porém, pegou destino contrário ao endereço da vítima e a levou para um balneário, onde cometeu o crime de homicídio diante da recusa de Maristela em manter relações sexuais.
O corpo de Maristela Freitas foi encontrado em um córrego no balneário Rio das Garças com marcas de violência. No local do crime foram localizados pedaços das roupas da vítima rasgadas e espalhadas nas proximidades e manchas de sangue no barranco.
Na época da prisão, a defesa de Willian alegou que ele usa remédio controlado por conta de um atentado dentro do sistema penitenciário praticados por integrantes de facções e em seguida teve altos e baixos na vida e passou a usar droga. Ela afirmou ainda que no dia do crime ele estava sob efeito de droga.
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