Justiça de Rondônia garante liberdade a protético preso por engano
Foto: Divulgação
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De acordo com o voto da desembargadora Zelite Andrade Carneiro, relatora do Habeas Corpus, após o assassinato de Antônio Pereira da Silva o acusado fugiu do local do crime. Diante da análise processual, a desembargadora Zelite Carneiro observou que o homem preso tem característica diferentes do acusado. Ele seria mais velho do que o homem preso e teria profissão de lavrador. Já Adelson é protético, função que aprendeu e sempre desenvolveu na cidade onde foi preso.
Foi determinada a expedição de alvará de soltura imediata para evitar prejuízos graves e irreparáveis ao homem preso inocentemente. A decisão foi por unanimidade de votos dos membros da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia, publicada no Diário da Justiça do dia 05 deste mês.
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