VAI PARAR: Crise no Hospital Regional de Guajará segue e paralisação começa segunda-feira

Um comunicado interno da terceirizada afirma que a empresa vem cobrando da SESAU a liberação dos valores necessários para regularizar os pagamentos

VAI PARAR: Crise no Hospital Regional de Guajará segue e paralisação começa segunda-feira

Foto: Divulgação

Receba todas as notícias gratuitamente no WhatsApp do Rondoniaovivo.com.​

  • Reação
  • Reação
  • Reação
  • Reação
  • Reação
  • Reação
1 pessoas reagiram a isso.
A crise envolvendo os pagamentos de profissionais terceirizados do Hospital Regional de Guajará-Mirim continua sem solução e já provoca forte tensão entre médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem que atuam na unidade.
 
Segundo relatos de profissionais, os atrasos salariais se acumulam há meses. Médicos foram alertados que haverá atraso no pagamento deste mês, enquanto enfermeiros e técnicos afirmam enfrentar cerca de dois meses de atraso nos repasses.
 
Diante do impasse, trabalhadores decidiram realizar uma paralisação parcial a partir da próxima segunda-feira, dia 1º. Conforme apurado, apenas atendimentos de urgência e emergência deverão ser mantidos durante o movimento.
 
Um comunicado interno divulgado pela empresa Mediall Brasil, responsável pela gestão hospitalar, reconhece as dificuldades financeiras e atribui a situação aos atrasos e retenções de recursos por parte da SESAU. O documento afirma que a empresa vem cobrando a liberação dos valores necessários para regularizar os pagamentos “o mais breve possível”.
 
No comunicado, a direção admite que o capital de giro e a reserva financeira da empresa foram consumidos devido aos atrasos que ocorreriam desde agosto do ano passado. O texto também afirma que, em fevereiro, a situação financeira “colapsou”, comprometendo o cumprimento pontual das obrigações trabalhistas.
 
O documento é assinado por Pedro Henrique, diretor operacional interino, e Lucieldo Silva, diretor geral da Mediall Brasil.

 

O problema se arrasta com contradições 

 
No último dia 15 de maio, a Secretaria de Estado da Saúde havia negado atrasos nos pagamentos. Em nota oficial, a SESAU informou que a nota fiscal relacionada ao contrato de gestão do Hospital Regional de Guajará-Mirim estava “em fase regular de tramitação administrativa para processamento e pagamento”, dentro do cronograma previsto pela pasta.
 
Na ocasião, a secretaria afirmou que os procedimentos seguiam os fluxos normais de conferência, análise técnica e cumprimento de indicadores contratuais, acrescentando ainda que nenhum serviço havia sido interrompido e que os pacientes continuavam sendo atendidos normalmente.
 
Agora, menos de um mês depois, a confirmação pública da própria empresa gestora sobre colapso financeiro e atraso prolongado nos pagamentos reforça a gravidade da crise administrativa enfrentada pela unidade hospitalar.
Direito ao esquecimento
O que você acha das obras e da largura da pista na Estrada dos Periquitos?
Qual escola de Porto Velho te traz boas lembranças?

* O resultado da enquete não tem caráter científico, é apenas uma pesquisa de opinião pública!

MAIS NOTÍCIAS

Por Editoria

CLASSIFICADOS veja mais

EMPREGOS

PUBLICAÇÕES LEGAIS

DESTAQUES EMPRESARIAIS

EVENTOS

Instale o app do Rondoniaovivo.com Acesse mais rápido o site