O documento é uma das principais referências globais para o monitoramento da fome, da insegurança alimentar e da nutrição
Foto: Reprodução internet
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O Brasil registrou a menor taxa de insegurança alimentar moderada ou grave da América do Sul no período de 2023 a 2025, segundo o relatório
O Estado da Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo 2026 (SOFI 2026), divulgado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) em julho deste ano.
O índice brasileiro foi de 9,6% da população, o mais baixo entre os países sul-americanos com dados disponíveis.
Na sequência aparecem Uruguai e Chile, enquanto os maiores índices de insegurança alimentar moderada ou grave foram registrados por Peru, Argentina e Equador, em ordem decrescente.
O indicador considera pessoas que enfrentam dificuldades para obter alimentos em quantidade ou qualidade suficientes para uma alimentação adequada.
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O relatório informa ainda que Venezuela e Suriname não tiveram dados divulgados para esse indicador. Ambos aparecem como "n.r." (não reportado), classificação utilizada quando o país não envia as informações necessárias dentro do prazo ou quando os dados apresentados são considerados incompletos ou insuficientemente confiáveis para publicação pela FAO.
Divulgado em 21 de julho, o SOFI 2026 é elaborado conjuntamente pela FAO, Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), UNICEF, Programa Mundial de Alimentos (WFP) e Organização Mundial da Saúde (OMS).
O documento é uma das principais referências globais para o monitoramento da fome, da insegurança alimentar e da nutrição, servindo de base para políticas públicas e acompanhamento das metas de desenvolvimento sustentável da ONU.
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