Com cerca de 376 mil militares na ativa, uma indústria de defesa própria e programas estratégicos de longo prazo, o Brasil segue consolidado como a principal potência militar da América Latina.
No ranking Global Firepower 2026, o país aparece na 11ª posição entre 145 nações avaliadas e lidera com ampla vantagem os rankings da América Latina e da América do Sul.
Entre os destaques estão os caças Gripen, os cargueiros KC-390 Millennium, a modernização da frota de blindados, novos sistemas de drones e o Programa de Desenvolvimento de Submarinos, que inclui a construção do primeiro submarino de propulsão nuclear do país.
Mais do que o tamanho de suas forças, o diferencial brasileiro está na capacidade de desenvolver e produzir parte significativa de sua própria tecnologia militar, reduzindo a dependência externa e fortalecendo sua posição estratégica no Atlântico Sul.
Em um cenário global cada vez mais competitivo, o Brasil permanece como a maior força militar da América Latina e uma das mais relevantes do Hemisfério Sul.