BRASIL-BOLÍVIA: RO está se preparando para o impacto na criminalidade com a construção da ponte

Informação foi dada pelo secretário da Sesdec, Cel. Vital, durante entrevista no Programa Conexão Rondoniaovivo

BRASIL-BOLÍVIA: RO está se preparando para o impacto na criminalidade com a construção da ponte

Foto: Rondoniaovivo

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“Hoje as facções trabalham como um negócio. É uma grande transportadora que tem os recursos, investimento e tem um retorno muito grande”, disse o coronel Vital, que está à frente da Secretaria de Segurança, Defesa e Cidadania de Rondônia. A declaração foi feita durante entrevista no Programa Conexão Rondoniaovivo, na última segunda-feira(8), ao jornalista Ivan Frazão.
 
Ele falou sobre a Operação Carbono Oculto, realizada recentemente, pela Polícia Federal e demais órgãos no Estado de São Paulo. Uma parte dessa ação ocorreu na região da avenida Faria Lima, na capital paulista, considerada o coração financeiro do Brasil, onde se revelou a proximidade entre o crime organizado, no caso a facção Primeiro Comando da Capital, e o mundo financeiro nacional. 
 
“Muitas vezes quem bota a mão no dinheiro, vindo das drogas, é alguém que você nem imagina. É um empresário, cidadão de bem, se diz cristão. Está na igreja, é um político e por aí vai. Você nem imagina. Por que não fecham as fronteiras com gente que está nos quartéis tranquilos na cidade? Vamos cuidar das fronteiras”, ressaltou.
 
Coronel Vital falou sobre os atentados feitos por facções criminosas no mês de janeiro, principalmente em Porto Velho, quando foram incendiados ônibus e pessoas foram assassinadas. Ele contou que foi uma experiência difícil para a segurança pública rondoniense, mas que algumas lições foram tiradas desses episódios.
 
“Com os investimentos que foram feitos em janeiro, mostraram que hoje nós temos uma segurança pública mais unida, mais equipada e com mais credibilidade junto à população. A comunidade está sendo de vital importância para chegarmos aos criminosos. A todo momento estamos recebendo informações, e a população tem a certeza que ficará no anonimato, sem serem revelados. Então, esse investimento em inteligência, antes de tudo, e integração tem sido o resultado positivo”, avaliou. 
 
 
Voltando à questão das fronteiras, o secretário contou que a segurança pública de Rondônia já está avaliando o impacto na criminalidade com a construção da ponte Brasil-Bolívia, que ligará as cidades de Guajará-Mirim, em Rondônia, à Guayara-Mirim, na Bolívia, e se preparando. Essa ligação entre os dois países é considerada um dos principais corredores do tráfico de cocaína em nosso Estado.
 
“O próximo passo nosso é investimento em efetivo. Hoje, o efetivo da Polícia Militar são cinco mil homens; na Polícia Civil chega a próximo de dois mil; no Bombeiro cerca de 800. Hoje, o efetivo apenas da PM deveria ser de 8 mil homens. Sabemos dessa necessidade e do que vem com essa ponte. Estamos olhando esse cenário futuro e se não nos prepararmos hoje, lá na frente, vamos sofrer”, analisou.
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