A Santo Antônio Energia participa esta semana do XXI Encontro Brasileiro de Ictiologia (estudo de peixes) que está ocorrendo em Recife, capital de Pernambuco.
Foto: Divulgação
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Durante seis dias, cerca de 1500 pessoas que são especialistas, pesquisadores, professores e estudantes de instituições brasileiras e de 15 países discutem temas de interesse da comunidade ictiológica, como genética e conservação de peixes, pesca, piscicultura, migração de cardumes e hidrelétricas. As discussões abordarão ainda os efeitos do aquecimento global, do crescimento populacional e da globalização da economia nas comunidades de peixes. O evento é importante para divulgar novos conhecimentos e inovações que permitirão subsidiar ações que contribuam para a manutenção da extraordinária diversidade de peixes existente no Brasil. “Neste evento estamos congregando praticamente todas as pesquisas que estão ocorrendo no Brasil e no exterior sobre os peixes de nosso país. É este o momento de compartilhamento de informações dos pesquisadores”, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Ictiologia (SBI), Oscar Shibatta.
Participam representantes de instituições como o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Museu Paraense Emílio Goeldi, Instituto Chico Mendes, universidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraíba, Bahia, Paraná e de diversos países como Estados Unidos, Austrália, Canadá, Argentina, Portugal, Noruega e Nova Zelândia.
Junto deles está a bióloga, analista Socioambiental da Santo Antônio Energia, Marcela Velludo, que é Doutora em Ciências com ênfase em Ecologia e Recursos Naturais. Ela apresentará uma palestra sobre a Conservação da Ictiofauna na Hidrelétrica Santo Antônio, explicando, principalmente, o funcionamento do Sistema de Transposição de Peixes (STP) do empreendimento, que permite que os peixes ultrapassem a barragem da hidrelétrica na época da piracema e sigam normalmente o seu curso pelo rio. Marcela Velludo também irá detalhar os trabalhos de resgate de peixes que foram feitos nas barragens provisórias da hidrelétrica, que são chamadas de ensecadeiras, e os resgates que acontecem atualmente nas unidades geradoras, quando há a necessidade de parar as turbinas devido a alguma manutenção ou inspeção.
Segundo a bióloga, a participação da Santo Antônio Energia no XXI Encontro Brasileiro de Ictiologia é importante tanto para que ela conheça as novas ferramentas e abordagens usadas em monitoramentos da ictiofauna, como para divulgar as boas práticas de mitigação de impactos realizadas na hidrelétrica Santo Antônio. “Essa troca de experiências de trabalhos e de resultados, com certeza, contribuirá com propostas de conservação de peixes em geral”, afirma.
O evento está sendo organizado pela Sociedade Brasileira de Ictiologia em conjunto com a Universidade Federal Rural de Pernambuco e tem a Santo Antônio Energia como uma das apoiadoras.
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