Grevistas denunciam a realidade do sistema prisional em manifestação na Zona Sul

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Foto: Divulgação

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Em greve há 36 dias, os servidores do sistema penitenciário e socioeducativo de Rondônia realizaram nesta quarta-feira (05) na Zona Sul de Porto Velho mais uma manifestação pública em protesto ao descaso do Governo e às condições de trabalho. 

No cruzamento da Avenida Jatuarana com a Rua Geraldo Siqueira, uma das mais movimentadas da região, os grevistas empunharam faixas e distribuíram milhares de panfletos à população local, mostrando a realidade das unidades prisionais e socioeducativas do estado, como também as principais reivindicações da categoria que não pede aumento de salário, mas tão somente o cumprimento de acordos firmados pelo governador e secretários estaduais. O principal pleito é a já acordada incorporação no vencimento de gratificações que já são recebidas (acordo no TJ). Gratificações essas que são frágeis, tanto é que o Governo já ameaçou retirá-las como retaliação à greve. 

“Esse contato com a sociedade é muito importante para manter as pessoas informadas sobre a realidade do sistema e dos servidores que nele atuam de forma heróica, bem como denunciar as péssimas condições de trabalho”, destacou o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, Socioeducadores, Técnicos Penitenciários e Agentes Administrativos Penitenciários de Rondônia (Singeperon), Anderson Pereira.

Segundo ele, até o momento a categoria tem recebido o apoio de vários setores da sociedade, seja o cidadão, quanto instituições respeitadas como a Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Porto Velho. “Até agora, só recebemos apoio de todos, ao contrário do governo que só quer enganar a população, divulgando cartas abertas nos meios de comunicação. Todos sabem que não gostamos de fazer greve, mas só paralisamos as atividades por conta de compromissos não cumpridos pelo executivo estadual”, afirmou. 

A abordagem pacífica durou boa parte da manhã e, segundo o presidente do Singeperon, outras atividades similares estão previstas enquanto perdurar o movimento deflagrado por tempo indeterminado.

 

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