Reunir os grupos científicos, tecnológicos e empreendedores na contribuição para um desenvolvimento sustentável para quem vive e trabalha nos 9 Estados da Amazônia Legal. Essa é a proposta da Amazontech Internacional, que acontecerá em sua 7ª edição em Palmas (TO), entre 18 e 22 de outubro deste ano, apresentada pelo superintendente do Sebrae naquele Estado, Paulo Massuia.
A apresentação e divulgação da Amazontech ocorreu na manhã desta quinta-feira (5), no auditório do Sebrae Rondônia, em Porto Velho. “A feira é importante para quem mora na região e para que se construa um desenvolvimento com tecnologia e inovação, respeitando o meio ambiente”.
A Amazontech é realizada em parceria por Embrapa, Sebrae Nacional, Sebraes estaduais, universidades governos estaduais, apresentando propostas e projetos para desenvolvimento tecnológico. “Essas forças buscam consolidar a valorização das pessoas, beneficiadas pelos recursos disponíveis e pelo resultado das pesquisas”.
Para o dirigente do Sebrae TO, a Amazontech tem mostrado, ao longo de suas nove edições – a primeira foi em 2001, em Roraima – a proposta que reúne não apenas empresas que vendem, mas também as que querem comprar e, mais ainda, as pessoas, consumidores finais.
A adoção e disseminação dessa cultura vem sendo feitas, de acordo com o Massuia, por empresas privadas e públicas, universidades e instituições científicas, mostrando a possibilidade de um crescimento econômico e social com preservação ambiental.
Evento multidisciplinar, o Amazontech ocorre anualmente, já tendo se realizado nos Estados do Acre, Amazonas, Mato Grosso, Pará e Maranhão – em 2012 será no Amapá e, em 2013, em Rondônia – incentivando meios desenvolvimento científico e tecnológico na construção de um ambiente favorável ao empreendedorismo e ao desenvolvimento de negócios inovadores e sustentáveis.
A uma audiência expressiva de empresários, estudantes e autoridades públicas, Pedro Teixeira Chaves, superintendente do Sebrae/RO, disse que não se podem mais conceber na Amazônia “empresas que não tenham uma proposta de projeto de sustentabilidade, além da geração de emprego e renda. Há que se buscar sempre o equilíbrio”.