O oportunismo desconstrói a ação - Por Davi Nogueira
Foto: Divulgação
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Há um provérbio popular que diz “ninguém quer ser pai ou mãe de filho feio”. Alguns de nossos políticos não fogem a essa regra e vão fundo na implantação da “Lei Gérson” (levar vantagem a qualquer jeito). O Governo do PT tem feito muito. Nossos parlamentares têm realizado bastante, porém, nem sempre, a população reconhece isso, haja vista as distorções nos fatos veiculados. Não por causa da mídia, mas pela ação de alguns políticos que teimam em se apropriar de ações alheias. Vejamos o caso de três grandes ações da Senadora Fátima que tentaram ser apropriadas por diferentes candidatos durante o processo político de outubro. Falo das Escolas Técnicas Federais de Rondônia, das Vias Marginais e do Complexo de Viadutos da entrada de Porto Velho.
São três grandes obras de porte estrutural no Estado. A primeira, trabalho da Senadora Fátima desde 2003, visa a criar centros de excelência na formação de mão-de-obra local. Hoje, mais que Escolas Técnicas de Rondônia (Porto Velho, Ji-Paraná, Vilhena), teremos a junção da Escola Agro-Técnica de Colorado e a Escola da Ceplac de Ariquemes, para fins de criação do Instituto Tecnológico de Rondônia (ação Governamental do Presidente Lula). Um Centro de Excelência para a formação científica de pesquisadores, professores e técnicos. Ji-Paraná já está em fase de realização de concurso para contratar quadro de professores e técnicos, ademais Porto Velho abre o processo licitatório com vistas à construção do prédio ainda no mês de novembro.
Escolas Técnicas são referenciais de qualidade, como tal, seu implante, em nossa região, é bem-vinda, pois os diferentes sistemas municipais e o estadual poderão se balizar com elementos concretos de formação.
A outra obra de perfil estrutural da região é o complexo de viadutos da entrada de Porto Velho e a construção de suas vias Marginais. Esse entroncamento, vital para a vida econômica de quatro estados (Mato Grosso, com escoamento de sua produção; Rondônia/ Acre, com a saída para o Pacífico e Amazonas, abastecimento da Zona Franca), encontra-se hoje em difícil situação, em face do estrangulamento pela ampliação vertiginosa da frota que por lá circula.
Essa ação da Senadora Fátima não tem tido o relevo pertinente à obra. Falamos de algo capaz de modificar a estrutura do Estado nos próximos anos. Há uma clara visão estratégica de consolidação de Rondônia que, todavia, parece não ser vista por muitos de nós.
A parlamentar tem erigido um trabalho silencioso e profícuo. Infelizmente, alguns “desavisados”, em todas as esferas, tentam tirar proveito político dessas ações, colocando a demagogia à frente do labor, a mentira à frente da verdade e o oportunismo à frente da solidariedade. O tempo, com certeza, fará, como sempre, justiça!
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