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Operação Timbó III é uma grande operação militar do Ministério da Defesa (MD) que possibilitará a atuação combinada da Marinha, do Exército e da Força Aérea com a finalidade de realizar um adestramento combinado de defesa da soberania, com a preservação da integridade territorial, do patrimônio e dos interesses nacionais relativos à Amazônia e intensificar a presença do Estado na Região Amazônica, a partir de 10 de julho de 2005, com o apoio do Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM), da Petrobrás e da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
A Timbó III também permitirá o adestramento das Forças Singulares (Marinha, Exército e Força Aérea) no planejamento e na execução de Operações Combinadas, na avaliação de procedimentos operacionais de comando e controle, de apoio logístico e de comunicações, e será de grande valia para o aprimoramento da doutrina de emprego combinado das Forças Armadas.
* A Operação será realizada nos mesmos moldes da Operação Timbó I e II, que aconteceram nos anos de 2003 e 2004. A área de atuação coincide com a fronteira brasileira junto à VENEZUELA, COLÔMBIA PERU e BOLÍVIA, nos estados do AMAZONAS, ACRE e RONDÔNIA e estará sob um comando único, atribuído ao Comandante Militar da Amazônia (CMA), com sede em Manaus-AM.
* Com o intuito de ampliar a visibilidade e participação da sociedade brasileira nas atividades operacionais das Forças Armadas, este sítio na Internet foi desenvolvido de forma que oferecesse o maior número de informações, a possibilidade da elaborar de perguntas, retirada de dúvidas e a apresentação de sugestões sobre a Operação Timbó III (faleconosco@timbo.mil.br). Da mesma forma, a imprensa será constantemente abastecida de informações pela assessoria de Comunicação Social montada para a Operação (imprensa@timbo.mil.br), que conta com a parceria de Universitários de Comunicação da UFAM.
* A área de operações, de 606.000.000 km2 (duas vezes a área do Estado de São Paulo), engloba uma extensa faixa da fronteira brasileira, de 4.300 km, junto à Venezuela, Colômbia, Peru e Bolívia. Estão sendo priorizadas as ações de intensificação de vigilância das fronteiras, de patrulhamento nas calhas dos rios e de fiscalização dos transportes. Além disso, as comunidades carentes da região estão recebendo atendimento médico e odontológico, com o apoio dos governos estaduais e municipais. Do ponto de vista militar, a manobra permite a avaliação de procedimentos de comando e controle, apoio logístico e de comunicações, próprios para emprego combinado das três Forças Armadas. Paralelamente, as ações de vigilância e de natureza humanitária conduzidas por soldados, marinheiros e aviadores se constituem em reforço da segurança do cidadão e do patrimônio público. O Estado-Maior de Defesa (Ministério da Defesa) acompanha o desenrolar do exercício, verificando o cumprimento das doutrinas afetas aos Comandos Combinados. Também supervisiona e orienta as ações de Comando e Controle ao nível político-estratégico.
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Significado de Timbó
* Normalmente as operações militares são batizadas com nomes típicos da região onde vão ocorrer.
* "Timbó", denominação atribuída pelo Ministério da Defesa, é um cipó trepador muito conhecido no norte do país. De haste flexível e pegajosa, quadrangular, com galhos finos e levemente empubescidos (com pêlos). Possui flores brancas miúdas, em forma de espigas. O fruto é uma cápsula que se assemelha a uma pêra.
* Também é conhecido como Guaratimbó, timbosipo, cururu-apé, mafone, cipó-timbó, timbó-cipó.
* É uma planta narcótica e venenosa, não se utiliza internamente.
* É usada pelo nativo para anestesiar peixes. Fragmentadas e esmagadas, são lançadas na água; logo os peixes começam a boiar e podem ser facilmente apanhados a mão. Deixados na água, recuperam-se, podendo ser consumidos sem inconveniente.
* Suas raízes são também utilizadas no tratamento do fígado, afecções nervosas, ovários, cólicas uterinas, prisão de ventre, dores de cabeça. Os homeopatas a utilizam para tratar diversas moléstias.
* Externamente se utiliza o timbó, em forma de compressas para aliviar dores.