CANTINHO DO MENESTREL – Por: Julio Yriarte

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*INDÍGENAS E RIBEIRINHOS *De 17 a 21 de abril de 2006 aconteceu na Casa da Cultura Ivan Marrocos uma homenagem aos Povos Indígenas e Comunidades Ribeirinhas de Porto Velho, tendo como tema central uma bela exposição de Artes Plásticas e instrumentos nativos. Uma diversidade de quadros e instrumentos exóticos fruto do trabalho de indígenas e ribeirinhos do Baixo Madeira, foram exibidos ao público que prestigiou o evento no período. *ARTE COM CRIANÇAS NATIVAS *Entre os expositores, muitas crianças deram o seu tom, apresentando trabalhos singelos, porém carregados de profunda inspiração e honestidade, prova de que as expressões artísticas e a sua própria criação, não representam privilégio de poucos, e sim, podem e devem ser, acessíveis a todos aqueles que no íntimo guardam lampejos de amor e emoção pela arte. O aperfeiçoamento virá com o tempo, desde que os postulantes encontrem as oportunidades e os meios ideais, e desde que autoridades, imprensa e/ou segmentos de fomento, dêem especial ênfase, sem meias medidas, ao gradual desenvolvimento, depuração, e, finalmente ao seu pleno reconhecimento. *CANSEIRA *No dia 18.04.2006, estava anunciada como parte do programa, uma audição para 18h no pátio da Casa da cultura, momento em que os construtores fariam uma demonstração “ao vivo” dos instrumentos e outras características próprias de sua região. Estive lá às 17:45h ansioso para apreciar e aprender a este respeito. Qual não foi a minha decepção! Para “variar”, somente às 18:40h começa a ser desembarcado o equipamento de som contratado para cobrir a apresentação, isso, depois de inúmeras chamadas telefônicas de um angustiado dirigente conhecido como Carlinhos Maracanã. A culpa evidentemente, não foi dele, mas o resultado foi que não tive oportunidade de assistir ao espetáculo em função dos meus compromissos universitários. Só me restou lamentar! *SER OU NÃO SER? *Será que estes lapsos, tem que ocorrer à miúde?. Não é possível um planejamento mais severo e responsável? Meus amigos assim não dá!. Vamos respeitar mais o público e artistas, afinal, a Ivan Marrocos, salvo outro juízo, é ou deveria ser, o “Templo Cultural” das artes. *DIRIGENTES X PROGRAMAÇÃO *Atualmente a Casa da Cultura está sendo capitaneada pelo nosso dileto amigo Barbosa, apoiado pelo seu vice Carlinhos Maracanã, este que é um devotado e dedicado agitador cultural. São inúmeros os projetos por ele idealizados e executados no âmbito de Porto Velho. Inclusive, antecipou-nos algumas informações interessantes, a exemplo da criação do Espaço Lítero-Cultural José Ailton Ferreira – BAIA; criação de um espaço para a exposição de literatura regional que permita a divulgação e venda de obras de poetas e escritores rondonienses; manutenção de exposições de artes plásticas individuais e coletivas; realização de saraus, implantação de programações noturnas em base de samba, chorinho, bossa-nova e blues. Uma característica que Maracanã ressalta como positiva, é a autonomia da Ivan Marrocos em relação à SECEL, prerrogativa esta, que foi aprovada e está sendo fomentada pelo Secretário Ocampo. Boa idéia! *COMENTÁRIO *Não é por demais, insistir no óbvio! A personalidade e a própria cidadania, em seu sentido mais amplo, se formarão desde temprana idade a partir de aspectos intrínsecos vinculados à Cultura e Educação, esta, a grosso modo, ensina a ler, escrever e comportar-se em sociedade, aquela, por seu turno, ensina a pensar e compreender sentidos e significados apreciando-os sobre prismas de valor. Ao nosso entendimento, não é possível dissociar a educação da cultura, ambas, caminham lado a lado na formação da sociedade. No mundo da Cultura as coisas são vistas enquanto valem e porque valem – devem ser. É expressa a existência de um “dever” porque antes se reconhece a existência de um “valor”, isto é, há uma adequação entre meio e fim. *Com relação à educação e seus processos, vale ressaltar a importância da alfabetização no mundo moderno e na solidez das nações. Certa vez, Ivan Proença afirmou: “Quanto mais os cidadãos não souberem ler e escrever corretamente, mais a segurança da nação estará ameaçada”. Trata-se de uma afirmação um tanto quanto apocalíptica, mas nas entrelinhas, reveste-se de profundo teor a priori, conceitual e a posteriori, realístico. Como é que um cidadão que nunca teve acesso ao conhecimento, mínimo que seja, poderá pronunciar-se, argumentar, resguardar, em fim, valorizar o que é no mundo globalizado compreendido como progresso, interesse, soberania, pátria, sociedade?. Fica no ar...
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