A Região Norte é a que mesmo tem especialistas para esse tipo de procedimento
Foto: Saulo Cruz/Agência Senado
Receba todas as notícias gratuitamente no WhatsApp do Rondoniaovivo.com.
Especialistas, pacientes e familiares defenderam, em audiência no Senado, a ampliação do acesso ao tratamento multidisciplinar para pessoas com fissura labiopalatina, condição congênita que afeta a formação do lábio e do céu da boca.
Os participantes destacaram a importância do diagnóstico precoce, atendimento especializado e acompanhamento contínuo com equipes de cirurgia, fonoaudiologia, ortodontia, psicologia e nutrição.
A campanha “30 Dias Mudam 20 Anos” defende que bebês diagnosticados tenham encaminhamento para tratamento especializado pelo SUS em até 30 dias. Segundo especialistas, o atendimento inicial é fundamental para reduzir impactos no desenvolvimento e na qualidade de vida.
Outro ponto debatido foi a necessidade de descentralizar os serviços, principalmente em regiões com poucos centros especializados. A Região Norte, por exemplo, conta atualmente com unidades apenas no Pará e Tocantins.
Representantes do Ministério da Saúde informaram que a ampliação da rede está entre as prioridades da pasta. Familiares também defenderam o reconhecimento da fissura labiopalatina como deficiência física e a capacitação de profissionais para melhorar o diagnóstico e a orientação às famílias.
Acesse sua conta do Rondoniaovivo.com e faça seu comentário