O estado de Utah, nos Estados Unidos, lançou um programa pioneiro com a startup Doctronic, permitindo que a Inteligência Artificial renove certas prescrições médicas para pacientes com doenças crônicas, sem intervenção humana.
A iniciativa, iniciada no mês passado, é um teste de alto risco para determinar se a I.A. pode realizar essa tarefa sensível com segurança e se o modelo se espalhará. A medida questiona a confiança de pacientes e reguladores na I.A. em detrimento de médicos treinados.
Apesar das preocupações de grupos médicos sobre os perigos potenciais, os defensores, incluindo autoridades estaduais, argumentam que a automação reduz custos, melhora o acesso aos cuidados e diminui a interrupção da medicação, aliviando a pressão sobre os clínicos.
A FDA, Associação Médica Americana, ainda não se pronunciou sobre a regulamentação do programa.