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MISSÃO SPACEWARD 2025: Conheça as cargas úteis que seguirão ao espaço no foguete brasileiro

As cargas úteis são os equipamentos transportados pelos foguetes — satélites, sensores, módulos tecnológicos e experimentos científicos

MISSÃO SPACEWARD 2025: Conheça as cargas úteis que seguirão ao espaço no foguete brasileiro

Foto: Divulgação

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A expectativa cresce para o lançamento da Missão Spaceward 2025, e, entre os bastidores da operação, um tema ganha destaque: as cargas úteis. Embora muito comentadas, nem todos sabem exatamente o que elas representam.
 
A missão foi originalmente programada para 22 de novembro de 2025, no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, mas a data foi prorrogada para 17 de dezembro de 2025 devido a ajustes técnicos, visando garantir a confiabilidade da missão que levará satélites e experimentos brasileiros ao espaço. 
 
As cargas úteis são os equipamentos transportados pelos foguetes — satélites, sensores, módulos tecnológicos e experimentos científicos — que dão propósito à missão espacial. São esses dispositivos que, uma vez em órbita, realizam pesquisas, coletam dados, testam novas tecnologias e ampliam o conhecimento científico.
 
Na Operação Spaceward 2025, o foguete Hanbit-Nano levará ao espaço um conjunto de cargas brasileiras e internacionais que representam importantes avanços para a ciência, a indústria e a inovação. Entre elas estão:
 
Cargas úteis da Missão Spaceward 2025
 
CubeSats voltados a pesquisas tecnológicas e diversas aplicações;
esenvolvimentos tecnológicos que impulsionam a ciência e fortalecem o setor aeroespacial.
 
Equipamentos embarcados
 
FloripaSat-2A e FloripaSat-2B – Satélites desenvolvidos pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC);
Sistema de Navegação Inercial (SNI-GNSS) – Criado por um consórcio entre Concert S.A., Cron e Horuseye Tech;
PION-BR2 – Cientistas de Alcântara – Projeto da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), do PNUD Brasil e da startup PION Labs;
Jussara-K – Desenvolvido pelo grupo aeroespacial da UFMA, com deployer da BIZU Space;
Sistema de Navegação Inercial PINA-FD e Sistema de Radiofrequência Sputnik – Ambos da empresa Castro Leite Consultoria (CLC);
SOLARAS-S2 – Equipamento produzido pela empresa indiana Grahaa Space.
 
 
Avanços para o Brasil e para a indústria espacial
 
A diversidade das cargas demonstra o avanço acelerado do ecossistema espacial brasileiro. Com aplicações que vão de telecomunicações ao monitoramento ambiental e ao desenvolvimento de novas tecnologias, a Missão Spaceward fortalece a presença do Brasil no cenário internacional e incentiva a criação de soluções inovadoras para o setor.
 
O lançamento marca mais um passo decisivo na consolidação do país como protagonista no desenvolvimento de satélites de pequeno porte, sistemas de navegação e pesquisas de alta complexidade.
 
A contagem regressiva já começou — e cada carga útil a bordo do Hanbit-Nano representa um salto em direção ao futuro da exploração espacial.
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