Uma praga chamada nepotismo

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Administradores da coisa pública, aqui e alhures, já deveriam ter dado um basta definitivo nessa pouca vergonha chamado nepotismo. É impressionante a soma de recursos que escorre pelo ralo do sinecurismo, numa clara demonstração de desprezo que alguns deles têm para com o dinheiro arrecadado dos contribuintes na forma de impostos, taxas e contribuições.

 

Aplicados, corretamente, na execução de ações e projetos de interesses da sociedade, esses recursos poderiam amenizar o sofrimento de muita gente, principalmente na área da saúde, mas há quem prefira destiná-los à manutenção de uma legião de vampiros, acostumados a se alimentarem da carótida social sem nada produzir em proveito do povo.

 

Ainda bem que podemos contar com a vigilância de órgãos como o Ministério Público, o Tribunal de Contas, dentre outras instituições, na luta contra essa e outras condutas delituosas. A extinção do nepotismo, do clientelismo, do favoritismo, e de tantos outros ismos que impregnam a administração pública, é um imperativo constitucional.

 

A Constituição Federal é muito clara quando dispõe sobre a admissão de pessoas ao serviço público, estabelecendo o concurso público como instrumento legal para isso. Estranhamente, a própria legislação contempla o uso de cargos em comissão como passaporte para o setor público, criando, assim, sinecuras, não por acaso vulgarmente conhecidas por “mamatas”, pois é a ideia mais comum que se tem dos protegidos do poder – geralmente parentes e amigos do rei.

 

A classe política precisa, desde já, definir posição acerca da extinção do nepotismo. O povo não aguenta mais manter desocupados de luxo, lotados em órgãos da administração pública, que só aparecem aos caixas eletrônicos para sacarem suas polpudas remunerações, em detrimento de servidores efetivos, muitos dos quais mal remunerados, que contribuem para o perfeito funcionamento da máquina burocrática.

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