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A linguagem antidiplomática do discurso Trumpista assola violentamente a Declaração Universal dos Direitos Humanos em tempos de crise, e incita em conduzir as nações subalternas da América Latina, rumo a um descalabro danoso e abominável como já fizera criminosamente no Golfo Pérsico.
A teoria Trumpista insiste em dizer que seremos residentes do quintal Norte- americano, mas um quintal sem jardim, é um quintal sem flores, e um quintal sem flores será uma base sólida e resistente que não será subserviente aos caprichos de quem jamais se acha dono de uma dinastia hereditária e de um trono macabro e vitalício.
No despautério da derrocada diplomática, o embuste desmedido desse engodo estereotipado do “franjinha perucado”, talvez a tesoura erre o trajeto e termine eliminando a rabichola do facínora. Mas Maquiavel disse que a Raposa sabe se defender dos laços do caçador, apesar de temer o lobo.
Enquanto isso, o caçador consegue laçar o Leão. Será que o “franjinha” consegue obter a habilidade da Raposa ao se defender dos laços a força do Leão para espantar o lobo, e ao mesmo tempo, conseguir dominar nossos quintais?
O Brasil lutou durante toda uma história e conseguiu unificar-se diante de todos os seus imbróglios, conseguindo consolidar a nossa democracia, e cada vez mais fortalecer a sua soberania.
O franjinha precisa entender que a nossa faixa jamais será pista de chacina de crianças, e sim, uma faixa que depois que a Sucuri arrochar o nó, não vai restar se quer, um cabelo branco ou vermelho da franjinha, dona da aversão estigmatizante do imperialismo xenófobo.
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